Polí­tica

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O prefeito de Dianópolis, José Salomão (PT) do grupo de apoio da coligação Força do Povo, encabeçada pelo governador Carlos Henrique Gaguim (PMDB) afirmou ao Conexão Tocantins na manhã, desta quinta-feira, 26, que acredita que o Tribunal Superior Eleitoral barrará a candidatura do ex-governador Marcelo Miranda (PMDB) que disputa o Senado.

“O ex-governador com certeza deverá ser cassado e a terá a candidatura bloqueada”, disse o prefeito. “Minha expectativa é que a lei seja aplicada nesse caso e ele seja cassado”, disse.

O prefeito citou o caso do deputado Francisco das Chagas (PSDB) do Ceará que teve a candidatura barrada pelos ministros do TSE nesta quarta-feira, 25. Esse foi o primeiro caso de aplicação da lei.

Substituição

O prefeito afirmou ainda que o grupo deve começar a pensar na substituição de Marcelo na majoritária. “O natural é que o Leomar, que já era candidato, volte para a chapa”, disse.

Nesse sentido, o gestor menciona ainda que a justiça precisa ter agilidade no caso dos fichas sujas e não deixar que estes candidatos ganhem tempo com a candidatura. “Temos que cobrar agilidade da justiça para que o candidato não seja eleito, diplomado e depois tenha a candidatura cassada”, afirmou.

Chances de Leomar

Indagado sobre as chances do senador Leomar Quintanilha (PMDB) de conseguir vencer o Senado caso ocupe o local de Marcelo na majoritária, o prefeito disse que a tendência é que Gaguim consiga eleger os dois candidatos.

“A coligação puxa e a tendência é crescer e Gaguim além de ganhar fazer os dois senadores”, disse.

Caso Marcelo

O ex-governador diz estar confiante no aval do TSE para sua candidatura e já afirmou que caso os ministros a indefiram vai recorrer no Supremo Tribunal Federal.

Nos bastidores além de Leomar o nome de Dulce Miranda (PMDB) também é cogitado para uma possível substituição. No entanto, a ex-primeira-dama preferiu não comentar o assunto e disse ao Conexão Tocantins que espera o seguimento da candidatura do marido.

A defesa de Marcelo será feita pelo ex-ministro do TSE, Fernando Neves.