Educação

Foto: Divulgação Elis Raike na reunião com Semed Elis Raike na reunião com Semed

Em entrevista ao Conexão Tocantins na manhã desta sexta-feira, 24, o presidente interino do Sintet – Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins, Elis Raik de Carvalho, informou acreditar que as diferenças com o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Palmas – Sisemp, Carlos Augusto (Carlão), já estivessem superadas.

Carlão, já havia questionado nesta sexta a validade da participação do Sintet nas negociações entre os servidores municipais da educação e a Semed. “A gente acreditava que isso já estava superado”, informou Elis Raik.

De acordo com o presidente interino do Sintet, o sindicato tem a autorização, através de ata, para representar os servidores da categoria tanto em esfera estadual, quanto municipal. “Nosso sindicato tem 22 anos e representa tanto os trabalhadores do Estado quanto do município”, completou.

Sobre a questão política levantada pelo presidente do Sisemp ao Conexão, Elis Raik afirmou que é natural a intensificação de reivindicações sindicais no período eleitoral. Segundo ele, “nesta época os políticos estão mais sensíveis por causa da campanha”. No entanto, o presidente interino do Sintet fez questão de ressaltar que o sindicato não possui finalidade partidária. “Não importa a cor do partido do trabalhador”, afirmou.

Carlão levantou a hipótese política pelo fato de o presidente licenciado do sindicato estadual, José Roque (PT), ser candidato a deputado estadual nas eleições desta ano.

Sintet aguarda resposta da Secretaria

Sobre as negociações com a Secretaria Municipal da Educação, o presidente interino do Sintet afirmou que na última assembleia geral da categoria, no último sábado, foi deliberado que a Semed teria um prazo de uma semana para apresentar uma contra-proposta aos sindicalistas.

De acordo com Elis Raik, caso as reivindicações passadas à secretaria na última semana não forem atendidas, ou a secretaria não dê um retorno ainda nesta sexta, o sindicato se reunirá já no próximo sábado para deliberar uma possível paralisação na próxima semana. “Nós já abrimos mão do reajuste de 32%. Agora queremos a garantia da aplicação das gratificações sobre o salário-base”, concluiu.