Polí­tica

Foto: Divulgação Senador Vicentinho e Dr. Getúlio Matos Senador Vicentinho e Dr. Getúlio Matos

Numa reunião ocorrida ontem, quarta-feira 1º de junho, na sede do Ministério da Justiça, o senador Vicentinho Alves (PR) solicitou agilidade, “dentro dos trâmites legais”, no julgamento de anistiados da época da ditadura militar.

O senador tratou na Comissão da Anistia de dois desses casos: o do professor e advogado Getúlio Matos Quinaud e o de dona Joaninha Braga – vítimas de tortura durante o período militar.

Uma das vítimas da tortura, Getúlio acompanhou o senador na audiência com o presidente da Comissão, Paulo Abraão. O advogado foi submetido, durante uma semana, a sessões de tortura praticadas pelo regime militar, num quartel em Goiânia. Ele era ativista político e na época exercia o cargo de secretário geral da Casa do Estudante do Norte Goiano – CENOG.

Para Getúlio, a anistia dos presos políticos é necessária, “pois ninguém sabe o que ser torturado justamente por defendermos direitos à cidadania e à democracia”, disse.

Na reunião, o presidente da Comissão informou que o caso do professor Getúlio já está analisado e prestes a ser julgado e que outros casos serão analisados em breve.

“Temos que reparar o erro histórico que o Brasil cometeu com os cidadãos deste País. Histórias de tortura a presos políticos mancham o passado, o presente e o futuro de uma nação que se preza a lutar e zelar pela manutenção da democracia”, afirmou Vicentinho.

Fonte: Assessoria de Imprensa Vicentinho Alves