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Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes foi o tema da palestra que abriu os trabalhos do 6º Seminário da Cadeia Produtiva do Arroz no Tocantins na manhã desta sexta-feira, 16. O evento, promovido pelo Sindicato das Indústrias Beneficiadoras de Arroz do Tocantins – SINDIATO está acontecendo na cidade de Lagoa da Confusão desde a última quarta-feira, 14.

O engenheiro agrônomo e produtor rural, Marcelo Jardim, foi o segundo a palestrar e discorrendo sobre um tema bastante polêmico e que mexe diretamente com o bolso do produtor: O custo de produção do arroz no Tocantins. Sem muito rodeio, Jardim foi taxativo ao demonstrar sua preocupação. “Num ambiente de negociação o produtor já entra perdendo em todos os sentidos. As dificuldades são grandes. As commodities empurram o preço dos insumos para cima, enquanto o preço do arroz desce”, reclamou.

Segundo o produtor, há restrições quanto à capacidade de aumentar a produção e reduzir os custos, excedente de oferta em curto espaço de tempo e falta de interferência regulatória por parte do governo. O que existe atualmente, diz ele, é interferência politiqueira. “Precisamos urgentemente rever os custos do processo de produção. Propriedade tem que ser tratada como empresa, tem que visar lucro e não prejuízos”.

Eduardo da Costa Eifert, pesquisador da Embrapa Arroz e Feijão, que falou sobre Produtos Alternativos do Arroz, e Vlamir Brandalizze, professor e consultor de mercados agrícolas, que proferiu palestra sobre a Situação da Cadeia Produtiva do Arroz no Brasil - Mercado Nacional e Internacional encerraram o seminário. (Assessoria de Imprensa Fieto)