Palmas

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Após quatro dias de trabalho, a mobilização das equipes de combate à dengue da Secretaria da Saúde de Palmas (Semus), dos homens do Exército e dos agentes de limpeza da Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos (Semasp) resultou na destruição de 549 criadouros do mosquito da dengue na Região Norte da Capital.

Ao todo, foram vistoriados 7.600 imóveis residenciais, comerciais, terrenos baldios e pontos estratégicos nas quadras 303 Norte, 305 Norte, 307 Norte, 403 Norte, 405 Norte, 407 Norte e 409 Norte. O número exato de residências vistoriadas foi de 6.984.

“Encerramos o mutirão com um saldo positivo e contamos com a colaboração dos moradores dessas quadras para que mantenham seus imóveis longe de água parada limpa ou suja. É muito importante que cada morador se responsabilize em verificar seu imóvel para que possamos evitar que novos criadouros reapareçam”, salienta o secretário da Saúde de Palmas, Samuel Bonilha.

Criadouros móveis

Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), dentre os criadouros mais encontrados, prevaleceram os tipos móveis, isto é, pequenos depósitos de água que podem ser facilmente removidos ou abrigados da chuva, como garrafas, recipientes e copos plásticos, brinquedos de crianças, etc.

“O maior legado que pudemos deixar após toda essa mobilização que realizamos nessa região foi mostrar aos moradores o quanto é simples impedir que o mosquito se desenvolva em seus quintais. Basta evitar objetos que acumulem água e realizar uma vistoria simples a cada cinco dias”, explica diretor de Vigilância em Saúde, Cláudio Gilberto Garcia.

O mutirão de combate à dengue, que começou na última segunda-feira, 12, contou ainda com a colaboração de fiscais da Vigilância Sanitária (Visa/Palmas), agentes comunitários de saúde, Guarda Metropolitana, que auxiliou as equipes de combate à dengue na entrada forçada em imóveis abandonados fechados, e um agente de apoio que foto mapeou depósitos de água a céu aberto de difícil localização por terra, como caixas d'água. (Ascop)