Polí­tica

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O presidente do Partido Progressista de Palmas, Carlos Amastha, demonstra contrariedade ao aumento do preço da tarifa de transporte coletivo em Palmas, que começa a vigorar nesta sexta-feira (30/03). Segundo o dirigente do PP, a população vai pagar mais caro por um serviço que continua precário. “Não tem sentido conceder um aumento sendo que a população continua não tendo um serviço de qualidade”, afirmou.

Ativo na discussão do Plano Diretor de Palmas, Amastha disse que se houver uma expansão do perímetro urbano da cidade, como alguns vereadores defendem, isso justificaria que as empresas cobrassem um novo aumento no valor da passagem de coletivo e o serviço continuaria o mesmo. “Se a cidade crescer, é óbvio que as empresas de transporte coletivo também vão querer aumentar o valor da tarifa e aí quem paga a conta é o povo. Não podemos admitir uma coisa dessas”, reforçou.

Amastha também criticou o que chamou de “politicagem” que foi feita durante a discussão do reajuste da tarifa de transporte coletivo. “Tem deputado que quer ser candidato a prefeito que entrou com ação na Justiça, falou que ia baixar a tarifa e olha só no que deu. Em nada. Isso é politicagem de quem só tem discurso e nenhuma ação concreta para a cidade”, considerou.

Para o presidente do PP de Palmas, para melhorar o transporte público é preciso acabar com o monopólio do sistema e a prefeitura cumprir o seu papel de exigir eficiência no atendimento e não ser conivente com o péssimo serviço que a empresa oferece.