Cultura

Foto: Divulgação

Um manifesto para a permanência e tombamento da Biblioteca Pública Municipal Jornalista Jaime Câmara no Espaço Cultural começou a ser divulgado pela internet e inclusive já coleta assinaturas visando tal pleito. No texto os manifestantes reivindicam apoio para que a biblioteca permaneça no Espaço Cultural e que seja reconhecida como patrimônio público e ainda que ela seja tombada de acordo com a legislação técnica vigente.

Outro pedido do manifesto é que sejam destinadas verbas no orçamento para serem investidas no estabelecimento e que os acervos sejam preservados e reconhecidos através de políticas públicas. “Este equipamento público vem sobrevivendo sem políticas públicas de investimento e, mesmo assim busca prestar um serviço de qualidade ao cidadão”, consta no manifesto.

“O Abaixo assinado, é para que a biblioteca permaneça no complexo histórico do Espaço Cultural e que se alugue um prédio para temporariamente abrigar o acervo de livros e os serviços prestado pela biblioteca, até que o poder público faça a prometida reforma proposta pelo Presidente da Fundação Cultural”, explicou a bibliotecária Ana Sanches uma das organizadoras do manifesto. As assinaturas estão sendo recolhidas nas bibliotecas do Ministério Público Federal, , Ministério Público Estadual, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, Unitins, Faculdade Objetivo, Ulbra, UFT, Faculdade Serra do Carmo, SESC, SENAC em todas as bibliotecas de Palmas.

O manifesto visa mobilizar a sociedade para evitar a transferência ou fechamento da Biblioteca mas conforme a Fundação Cultural de Palmas informou ao Conexão Tocantins em nenhum momento se falou em fechar o estabelecimento. A Fundação Cultural explicou que o local permanece interditado assim como o Espaço Cultural mas que está sendo estudado um projeto para a Biblioteca incluindo a possibilidade de transferência para a região Norte e transformação numa galeria de arte.

A decisão dos rumos da Biblioteca ainda está sendo analisada, segundo o órgão.

A Biblioteca foi criada pela lei 741 de 30 de julho de 1998 e possui um acervo de 20 mil volumes nas mais variadas áreas que serve de fonte de pesquisa e consulta para estudantes de várias escolas do município.