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Depois de percorrer nove cidades no Bico do Papagaio, na região Norte do Estado, no último fim de semana, a “Caravana Popular Encontros pelo Tocantins”, promovida pelo Partido dos Trabalhadores, está presente neste fim de semana no outro extremo do território tocantinense, na região Sudeste, cumprindo uma agenda que inclui visitas a outros nove municípios.

A programação começou na sexta-feira, com passagens pelas cidades de Novo Alegre, Combinado e Aurora do Tocantins. Neste sábado a Caravana do PT teve agenda em Lavandeira, Ponte Alta e Taguatinga. No domingo as cidades visitadas serão Rio da Conceição, Novo Jardim e Dianópolis.

Com o propósito de conhecer de perto a realidade de cada região e de cada município do Estado, para a elaboração de um projeto de desenvolvimento e gestão para o Tocantins, a Caravana será realizada em dezoito etapas, culminando com um grande seminário em maio de 2014. A meta é visitar todas as 139 cidades do Estado. Em cada cidade são realizadas reuniões e encontros para discutir os problemas, as dificuldades e as potencialidades locais.

O secretário municipal de Saúde de Palmas, Nicolau Esteves, explica que as visitas começaram pelos dois extremos do mapa, a primeira etapa no Bico do Papagaio e a segunda na região Sudeste, por estarem entre as regiões mais desassistidas do Estado e que precisam de mais atenção e apoio do poder público. “No projeto que estamos construindo para o desenvolvimento estratégico do Tocantins, vamos incluir a implantação de duas subgovernadorias, uma no Norte e outra no Sudeste do Estado, prestando todos os serviços que a máquina pública oferece”, anuncia Nicolau Esteves, acrescentando que a descentralização administrativa, além de facilitar a vida dos cidadãos e das empresas, funcionará também como um fator de fomento das duas regiões.

Na passagem da comitiva petista pela cidade de Combinado, nesta sexta-feira, o presidente estadual do PT, Donizeti Nogueira, destacou que o Sudeste é uma das regiões mais pobres do Estado, que oferece poucas perspectivas para os jovens e que convive todos os anos com o flagelo da seca. “Faltam planejamento e vontade política por parte do governo do estado para que a região possa se desenvolver social e economicamente”, afirma ele.