Polí­tica

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O tema Segurança Pública tomou conta de boa parte das discussões na sessão desta terça-feira, 11. O requerimento do vereador Joel Borges, que tramita na Casa, pedindo a realização de uma audiência pública para debater com mais profundidade o assunto voltou a ser comentado na sessão. O requerimento foi apresentado em 2013, mas não chegou a ser oficializado.

Diante dos fatos, o presidente do Legislativo, vereador Major Negreiros assumiu o compromisso de dar andamento à iniciativa, o mais rapidamente possível.

As discussões começaram quando o vereador Junior Geo cobrou da tribuna uma solução para reduzir, pelo menos, os índices de violência na Capital, com assaltos, roubos, entre outros delitos. No entendimento do parlamentar, o efetivo da polícia civil é insuficiente para conter a onda de violência na cidade. Pelos seus cálculos, são apenas quatro agentes para atender a região Sul de Palmas e, segundo ele, a estimativa é um agente para atender oito mil habitantes.

Na avaliação de Negreiros o maior problema na Segurança Pública se relaciona com a questão de menores infratores. “O menor sempre é reincidente e volta às ruas, porque não há programas para esse tipo de problema, que aflige toda a sociedade”, ponderou o presidente.

E arrematou: “o aumento de vagas autorizado pelo governador do Estado, de mais 106 convocações de aprovados no concurso da PM, não é suficiente. Nós precisávamos de pelo menos mil”.

Para o vereador Joel Borges, autor do requerimento,  “o bandido chega às residências disfarçadas de profissionais e se a pessoa abrir a porta, o bandido entra na casa e abusa das mulheres da residência”.

Já que a polícia, de acordo com o vereador Lúcio Campelo, não dá conta de oferecer segurança dentro das quadras, sugeriu que se façam as rondas pelo menos na Avenida Tocantins, em Taquaralto. “Temos 10 assaltos na Avenida Tocantins por dia”, sustentou Campelo, para que, o governo estadual perdeu o controle da segurança pública no Tocantins. Essa mesma ideia é compartilhada por Folha Filho.