Polí­tica

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O deputado estadual do Solidariedade, Wanderlei Barbosa foi indicado pelo governo para ser o novo líder da bancada governista na sessão desta terça-feira, 21.  O parlamentar comentou que sua missão será nestes últimos meses defender os direitos de várias categorias junto ao Governo.  “Um dos pontos é defender os projetos em benefício do servidor e eu falei isso com o governador claramente que só aceitaria se fosse para tratar disso claramente. Eu disse que só aceitaria por isso”, esclareceu.

O parlamentar garantiu que fará a intermediação para ouvir todas as categorias organizadas para fazer o melhor para o Governo do Estado. “ Esse é o trabalho que farei para o governo”, disse. Ele citou alguns projetos que tramitam na Casa como benefícios para a Polícia Militar e Bombeiros.

Vários servidores do Igeprev e Ruraltins estiveram presentes na sessão de hoje para acompanhar votação do projeto que trata do plano de cargos e carreira das categorias.

O deputado Sargento Aragão (Pros) ironizou dizendo que Barbosa é o sexto líder do governo.

Orçamento impositivo

Freire parabenizou os colegas pela aprovação unânime do orçamento impositivo. “ Foi um passo importante e decisivo para a independência dos poderes constitucionais”, comentou. Segundo ele não significa apenas o fim da dependência dos deputados com relação ao governo mas sim a carta de alforria.

“As emendas orçamentárias que apresentamos sempre a favor do povo precisava da aprovação do governador ou de negociações muitas vezes esdrúxulas. Isso acabou, o governo passa  a ter que cumprir integralmente as emendas dos parlamentares”, frisou.

Ao falar da independência dos poderes o deputado chegou a acusar um Juiz eleitoral, que segundo ele é pai de um candidato a deputado estadual. “Ele puniu Marcelo Lelis privando ele de ser hoje governador eleito deste Estado. Isso não é republicano, não é democrático e está longe de ser aceitável”, acusou.

Outra PEC de autoria de Freire que altera a forma de escolha dos conselheiros do Tribunal de Contas do Estando passando a exigir que sejam aprovados em concurso de provas e títulos tramita na Assembleia.