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A falta de manutenção e até de alimentação em alguns presídios do Estado levou as centenas de detentos a um clima de tensão principalmente no presídio Barra da Grota em Araguaína. Uma decisão da juíza Emanuela da Cunha Gomes em caráter liminar determinou que o Estado e a empresa Umanizare retornem imediatamente os serviços. A decisão foi numa Ação Civil Pública ingressada pelo Ministério Público Estadual.

Até os produtos de higiene estavam em falta nos presídios. A empresa suspendeu os serviços alegando falta de pagamento por parte do Estado. Se o governo e a empresa não cumprirem a decisão da juíza a multa estabelecida na liminar é de R$ 500 mil por dia.

A empresa cobra uma dívida de mais de R$ 10 mi do Estado por causa do atraso dos repasses mensais para manutenção dos presídios. A alimentação dos presos esta semana chegou a ser farofa no lugar do pão no café da manhã, por exemplo. Um dos responsáveis pela empresa chegou a alegar falta de resposta do Estado com relação ao pagamento e por isso suspenderam parcialmente todos os serviços nos presídios.

A Umanizare ainda não se manifestou se vai cumprir a decisão.