Educação

Foto: Imagem ilustrativa Os estados em que os professores estão paralisados são Pará, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás e Sergipe Os estados em que os professores estão paralisados são Pará, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás e Sergipe

O secretário geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado (Sintet), Carlos de Lima Furtado, informou ao Conexão Tocantins nessa terça-feira, 19, que os profissionais em educação estadual do Tocantins podem decidir por greve em tempo indeterminado. No Brasil, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), professores estaduais de seis estados do Brasil estão em greve. 

De acordo com o secretário Carlos, haverá uma assembleia geral com a categoria no próximo dia 29 para que sejam discutidas as demandas não atendidas pelo Estado. Segundo ele, "o governador não tem cumprido nenhuma das nossas reivindicações. Não publicou ainda nem a data base nem as progressões. Não temos nenhuma resposta positiva do governo", afirmou. 

A possibilidade de acontecer uma greve geral da categoria no Tocantins não é descartada. "Se a categoria entender que iremos declarar greve nos vamos atender por tempo indeterminado. Esperamos que até lá o governo se manifeste", disse. 

Greve na UFT

Já há informações circulando por estudantes da Universidade Federal do Tocantins de que haverá greve na categoria dos técnicos administrativos e professores no próximo dia 28. Segundo a estudante de Comunicação Social/Jornalismo no Câmpus Palmas, Weslene Brito, os próprios professores confirmam a greve. "Há muitos dias que alguns professores dizem que poderia acontecer greve na UFT. Uma professora disse aos alunos que teve uma reunião com os técnicos-administrativos e que decidiram paralisar no dia 28. Ela disse que os professores irão apoiar", afirmou. A assessoria de imprensa da UFT informou ao Conexão Tocantins que ainda não foi notificada oficialmente a respeito da greve. 

A Universidade vem enfrentando problemas pelo que informam alguns alunos. A única lanchonete está fechada por abandono e segundo a assessoria de imprensa da Universidade, a Pró-Reitoria de Administração e Finanças (Proad), está preparando uma licitação emergencial, que leva no mínimo 30 e no máximo 180 dias, para que a comunidade acadêmica não fique sem os serviços alimentícios. "Enquanto isso tem um pessoal que leva lanche para vender cobrando valores altíssimos", lamentou Weslene.

Confira nota encaminhada ao Conexão Tocantins pela UFT 

Nota de Resposta:

Sobre a interrupção na prestação de serviços da lanchonete Mais Que Mais, por meio da Pró-Reitoria de Administração e Finanças (Proad), a Universidade Federal do Tocantins (UFT) informa que os serviços foram encerrados na semana passada. O pró-reitor de administração da UFT, Raimundo Nonato Noronha Alves, explica que o encerramento ocorreu após o abandono dos espaços físicos pela própria lanchonete. Alves também ressaltou que a Proad está preparando uma licitação emergencial, que leva no mínimo 30 e no máximo 180 dias, para que a comunidade acadêmica não fique sem os serviços alimentícios.

Sobre a paralização dos técnicos-administrativos, a universidade não foi notificada oficialmente a respeito do assunto. A título de sugestão, indicamos que a redação procure o Sindicato dos Técnicos-Administrativos  (Sintad/TO).