Campo

Foto: Zezinha Carval

Cadastrar 80 mil propriedades no sistema do Cadastro Ambiental Rural (CAR) é a intenção da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). Durante entrevista concedida à TVE Tocantins, a secretária da pasta, Meire Carreira, destacou a importância de os produtores regularizarem suas propriedades, a fim de facilitar o controle perante o órgão. As ações de combate e controle às queimadas também ganharam destaque na entrevista. Neste ano, o Estado deve investir R$ 1,2 milhão nos serviços.

O Cadastro Ambiental Rural segue até maio de 2016, mas uma força-tarefa do Governo do Estado pretende regularizar todas as propriedades o quanto antes. Para isso, um sistema online é disponibilizado aos produtores. Além disso, estantes para que os produtores façam o cadastro também estão sendo disponibilizados em feiras agropecuárias.

De acordo com a secretária, o cadastro vai possibilitar que o Estado conheça, dentro do seu território, os ativos e passivos ambientais em relação às reservas legais, áreas de preservação permanente, além da regularização da área. "Se tiver com algum passivo ambiental, vamos estar favorecendo um plano de recuperação de áreas. Com isso, o produtor terá um tempo para se regularizar, sem sofrer multas", afirmou.

Queimadas

Neste ano, o governo vai reforçar as ações de combate e controle de queimadas. Para isso, está prevista a contratação de 120 brigadistas, que devem atuar em 18 municípios. Segundo Meire, as ações começam a partir de 1º de julho.  "O Governo tem papel importante no desenvolvimento das políticas e estamos chamando a comunidade para ter participação fundamental no controle e combate às queimadas, para que a gente consiga controlar e prevenir esses impactos, que tanto preocupam o Governo do Estado", disse.

MNAFTO

Importante passo para o fortalecimento do turismo ecológico, foi inaugurado no último dia 2 de junho o Centro de Recepção de Visitantes do Monumento Nacional das Árvores Fossilizadas do Tocantins (MNAFTO), localizado no distrito de Bielândia, município de Filadélfia, a 438 quilômetros de Palmas. Na entrevista, a secretária ressaltou que o centro servirá também como base para melhor controle e monitoramento do local.

"É uma unidade de conservação de grande importância, não só para o Estado, mas em nível mundial. Essa melhor estruturação da unidade vai favorecer melhor condição para visitações, tanto por parte da população em geral, quanto para pesquisadores e técnicos que fazem o controle e monitoramento da área", disse.