Polí­tica

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Nesta próxima terça-feira, 2, os vereadores de Palmas voltarão aos trabalhos legislativos. Em razão de ser ano eleitoral os trabalhos prometem ser movimentados na Câmara de Palmas. Uma sessão extra já está convocada para tratar de projetos e vetos do prefeito Carlos Amastha (PSB), atualmente com ampla maioria na Casa de Leis municipal. Atualmente são 19 vereadores eleitos na Casa de Leis, sendo apenas três da oposição.

Ouvido pelo Conexão Tocantins, o vereador José do Lago Folha Filho (PTN), líder do prefeito da Câmara, afirmou que  a expectativa é que o ano eleitoral não atrapalhe no desempenho da Câmara. “A expectativa é positiva, as coisas não podem parar independente da eleição”, disse. Segundo ele, a Prefeitura pretende respeitar as regras eleitorais.

O prefeito Amastha vai buscar reeleição porém, desgastado, tem enfrentado muitas críticas e questionamentos por parte da oposição que denuncia o prefeito por diversas irregularidades. Os vereadores questionam desde gastos desnecessários e abusivos dos recursos públicos, até falta de transparência em alguns atos do Executivo da capital. Por outro lado, o líder de Amastha rebateu as críticas e, sem mostrar o que o prefeito tem feito pela cidade, disse: “Respeitamos críticas, a única coisa que lamentamos é não aplaudir o que a cidade tem recebido de bom. É uma oposição que anda de olhos vendados para o progresso”, disse. Folha Filho argumenta que a gestão municipal tem tido criatividade para driblar a crise.

Para o oposicionista Joaquim Maia (PV) o ano não será fácil.  “Vai ser um ano puxado, que tem uma série de interesses vinculados à eleição que começarão a vir a tona”, disse. Na opinião do pevista, a oposição deve aumentar. “O estabelecimento das candidaturas colocadas vão exigir posicionamento de alguns vereadores, acreditamos que naturalmente vai chegar ao ponto de que alguns vereadores devem mudar de lado”, disse.

Além do embate com relação ao gestor municipal os vereadores de Palmas tem se alfinetado já que, quase todos, são candidatos à reeleição, com exceção de Joaquim Maia que deve disputar a Prefeitura de Porto Nacional.