Polí­tica

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O ex-deputado constituinte e pré-candidato a vereador em Palmas/TO pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Arlindo Almeida, entrou em contato com o Conexão Tocantins nesta segunda-feira, 11, e aproveitou para criticar os vereadores da capital, da base do prefeito Carlos Amastha (PSB) que insistem em manter a pauta trancada na Câmara de Palmas. A Casa está há mais de 90 dias sem realizar votação de matérias. "Noventa e tantos dias, mais de três meses sem produzir nada, é uma vergonha. É  muito vagabundo recebendo sem trabalhar", disse Arlindo Almeida. 

Os vereadores da Capital já entraram em recesso. A expectativa era que na última quinta-feira, 7, ocorresse o destrancamento da pauta, porém, a reabertura dos trabalhos foi novamente adiada. "Como pode ter uma  Câmara  Municipal tão irresponsável e relapsa, igual  a essa de Palmas? Ficar três meses sem funcionar o plenário, sem fazer o trabalho para o qual o povo  de Palmas os elegeu", criticou Arlindo Almeida.

Arlindo afirmou que esteve conversando com um vereador da Capital que lhe disse que alguns vereadores não são  "gazeteiros" (faltantes), mas que a Câmara não funciona por causa de interesses menores, que não  são  os da população. "Podem ser do Prefeito, de vereadores, mas não são  interesses do povo", afirma Arlindo completando: "o Palmense saberá  separar o joio do trigo".

Ainda de acordo com o pré-candidato, Palmas precisa de vereador comprometido com o trabalho em plenário,  "votações dos projetos de leis e requerimentos, seja contra ou a favor, e  que dê o seu melhor, mas que compareça e vote", diz o pré-candidato questionando a seguir: "Tem aí, uma  omissão de três meses sem uma palavra na tribuna, sem fiscalizar. Ou será  se o prefeito só fez coisas certas em três meses?

Pauta trancada

A pauta da Câmara estaria trancada por decisão dos vereadores da base do prefeito Carlos Amastha que, ou faltam ou vão embora das sessões antes que terminem, para faltar quorum nas votações das matérias na Câmara de Palmas. O regimento da Casa exige quorum mínimo de 10 parlamentares para a deliberação e votação das matérias.