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O presidente do Sindifiscal e vice-presidente no Tocantins da Confederação dos Servidores públicos do Brasil - CSPB, Carlos Campos, esteve em Brasília/DF durante os primeiro dias da semana militando contra os malefícios do PLP 257/16. Depois de acompanhar reuniões e iniciativas que articularam apoios políticos, Campos, continua junto a entidades nacionais em busca de reformulações no projeto, que retirem do texto os danos aos servidores públicos e evitem graves consequências no serviço prestado a população. A votação do PLP foi adiada para a próxima segunda-feira, 8.

Militância

Ao iniciar as movimentações contra a propositura, trabalhadores de todo o Brasil e representantes de vários segmentos foram impedidos de entrar nas dependências da Câmara Federal, somente com a intervenção de alguns parlamentares isso foi possível posteriormente. As entidades de classe seguiram a estratégia de conversar com os parlamentares de seus estados para argumentar sobre os malefícios do projeto.

A CSPB e a Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco) uniram-se a outras entidades, para elaborar emendas substitutivas. Os líderes sindicais esperam eliminar do texto do projeto as medidas que colocam a dívida dos Estados na conta do servidor público.

Durante a noite da última segunda-feira, 1, quando se tinha como certa a votação do projeto conhecido como “juízo final”, rumores de que o ministério da Fazenda estaria redigindo um novo texto que desagradasse menos os trabalhadores, começaram a circular. No decorrer da sessão, o deputado Esperidião Amim (PP-SC), relator da proposta, apresentou um segundo substitutivo do PLP com algumas alterações. Líderes partidários sugeriram o adiamento da análise do PLP, justificando a carência de mais discussões sobre o texto. O relator acatou a sugestão.

Os movimentos organizados contra o PLP esperam a retirada da proposta por conter medidas baseadas em uma política de ajuste fiscal e controle de gastos que estimulam a privatização e retiram direitos dos servidores públicos. O Sindifiscal, articulado com a CSBP e Fenafisco, continua alerta e mobilizado. O presidente Carlos Campos confirma militância ativa em Brasília, nos próximos dias “até o desfecho deste imbróglio, que ameaça cercear os direitos do servidor público e a autonomia de órgãos que servem aos interesses da população”, arremata o presidente.

Por: Redação

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