Economia

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Na contramão da crise, a capital tocantinense registrou um aumento no número de empresas ativas em 2016. Se comparado ao ano passado, o crescimento em Palmas foi de 12,01%. O avanço se aplica também a Araguaína (11,09%) e Gurupi (8,75%). As informações são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, por meio do Empresômetro (www.empresometro.com.br).

Palmas possui 36.872 empresas abertas e se encontra na 69ª posição na comparação nacional do ranking de cidades com maior número de empreendimentos ativos. “Percebemos que, apesar da recessão econômica e da oscilação da confiança dos empresários, ainda existem aqueles que preferem arriscar a cruzar os braços. Acreditamos que este aumento no número de empresas contribui com o aumento de oportunidades de trabalho e, consequentemente, mais força para a economia local”, comentou o presidente da Fecomércio Tocantins, Itelvino Pisoni.

O Tocantins conta com 171.452 empresas dos setores de serviços e comércio e está na 23ª colocação entre as unidades federativas. A atividade econômica com maior número de empresas ativas no Estado foi de comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios, com 8.078 estabelecimentos. Em segundo lugar, vem o comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios, com 6.811 empresas. Nesta última categoria, se enquadram os minimercados, mercearias e armazéns.

Empresômetro

O Empresômetro é uma ferramenta tecnológica idealizada pelo IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação que reúne informações sobre empresas e entidades privadas e públicas em atividade no Brasil. A base de dados do Empresômetro consiste em informações da Receita Federal do Brasil - RFB, secretarias estaduais de fazenda, secretarias municipais de finanças, agências reguladoras, cartórios de registro de títulos e documentos, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Caixa Econômica Federal (CEF), juntas comerciais, portais de transparência e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Por: Redação

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