Meio Ambiente

Foto: Marcos Filho

Representantes de organizações não-governamentais (ONGs) e de outros órgãos de fiscalização municipais e estaduais de Araguaína se reuniram na tarde da última terça-feira 7, em comitê que faz parte do Fórum Estadual Lixo e Cidadania. As discussões foram relacionadas aos resíduos sólidos do município.

Outro objetivo do evento foi criar alternativas para fortalecer as associações e cooperativas de materiais recicláveis, incentivando a criação ou efetivação do fórum municipal.

Em Araguaína, existem dois aterros, o aterro sanitário (lixo doméstico), que fica na BR-153, sentido Colinas, a 26 km da cidade, e o inerte, para depósito de material sólidos (entulhos e galhadas), localizado na TO-222.  A média diária de coleta é de 130 toneladas de resíduos sólidos.

O município ainda conta com três associações de catação de materiais recicláveis. O secretário do Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, Júnior Marzola, destacou que eles agora terão novo espaço para a reciclagem. “A Escola de Artes Raimundo Paulino, que será inaugurada neste mês no Maracanã, é um espaço para transformar o lixo em arte”, disse.

O secretário acrescentou que o comitê é a forma de trazer cada vez mais a sociedade para discutir ações de melhorias para o Meio Ambiente. “O intuito é desenvolver duas ou três ações maior por ano. Uma das nossas ações é a reativação do Projeto Cataforte, com aplicação de recursos, em torno de dois milhões e meio de reais”, destacou.

Sociedade

A coordenadora da Escola Estadual Paulo Freire, Antônia Alves dos Santos, participou do evento. “É com muita satisfação, que vejo essa reativação do fórum, que vem trazer um leque de possibilidades. São várias categorias de pessoas, a sociedade como um todo, juntos por um bem comum para Araguaína. Nós sabemos das dificuldades que enfrentamos e o que queremos, o administrador não faz as coisas só e sim junto com a comunidade”.

O coordenador do Fórum Lixo e Cidadania e representante da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Adão Maia, frisou que o fórum é um espaço democrático de debate. “É onde os atores discutem várias temáticas, entre elas de resíduos sólidos. Todos podem colocar suas demandas”, disse.

Participaram representantes de Organização Não-Governamental (ONGs), comitês das bacias, universidades, faculdades, Cipama, escolas e outros segmentos.