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O Ministério Público Estadual (MPE) promoveu reunião na sexta-feira, 2, para discutir sobre o funcionamento da agência do Banco do Brasil do município de Taguatinga, no Sul do Tocantins, que está inoperante desde julho de 2017, quando sofreu assalto e teve sua estrutura parcialmente destruída pela explosão de caixas eletrônicos. Aposentados, comerciantes e outros moradores têm reclamado da ausência da unidade bancária.

A reunião foi convocada pelo promotor de Justiça Argemiro Ferreira dos Santos Neto. Ele explicou que pretende intermediar soluções para que a agência volte a funcionar. 

Na ocasião, o representante do Banco do Brasil informou que, ainda em outubro de 2017, foi definido que a agência seria ampliada e reestruturada para entrar novamente em operação. A expectativa é de que em até 30 dias o caixa do banco volte a funcionar, mas sem realizar movimentações em dinheiro a partir de então. Por questões internas de segurança, o Banco do Brasil pretende transferir este tipo de operação para os correspondentes bancários.

Também foi informado pela gerência que a agência pode vir a ser fechada em definitivo, caso ocorra um novo sinistro. O assalto de julho foi o quarto sofrido pela unidade bancária.

Os demais presentes à reunião, incluindo o promotor de Justiça, destacaram que o Banco do Brasil é público e possui uma função social a ser cumprida. Também foi pontuado que as transações financeiras via correspondentes bancários ou em agências de outros municípios têm causado grandes transtornos à população local.

Vereadores, comerciantes, policiais, servidores públicos e advogados participaram da reunião.