Palmas

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A Comissão formada para avaliar as recentes aplicações de recursos do Instituto de Previdência Social dos Servidores do Município de Palmas (Previpalmas), totalizando a ordem de R$ 50 milhões - sendo R$ 30 milhões em uma operação e R$ 20 milhões noutra - , apresentou nesta terça-feira, 20, relatório sobre essas aplicações que estariam desenquadradas, pois o PreviPalmas teria mais de 40% dos ativos dos fundos aplicados, enquanto a resolução 4.604 do Banco Central limita a apenas 5% a aplicação de recursos de regimes próprios de previdência instituídos pela União, estados e municípios, em fundos privados.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais da Prefeitura de Palmas (Sisemp,) Heguel Albuquerque, que acompanhou a reunião, o relatório da comissão trouxe pontos que já haviam sido denunciados pelo Sisemp, como trâmites que não foram cumpridos e política de investimentos que não foi respeitada para se fazer as aplicações. 

“Já havíamos feito a denúncia para a Secretaria da Previdência em Brasília, Polícia Federal, Tribunal de Contas, Ministério Público, Procuradoria-geral da União e agora vamos solicitar cópia deste relatório para apresentar a estas entidades fiscalizadoras”, informou o presidente.

Interino

Marcelo Alves, que também é presidente da Agência de Tecnologia de Informação da Prefeitura de Palmas passou a responder interinamente pelo PreviPalmas na última sexta-feira, 16, quando seu nome foi publicado no Diário Oficial do Município após o pedido de exoneração do então presidente Max Fleury.