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O Instituto Muito Especial anunciou na manhã desta segunda-feira, 28, uma série de ações que visam ampliar no Tocantins a capacitação da população para o mercado de trabalho. Voltada aos portadores de necessidades especiais, a iniciativa também será aberta a todos em geral.

Com sede no Rio de Janeiro, o órgão é referência no trabalho de inclusão social com iniciativas reconhecidas em várias partes do País. Os detalhes do trabalho foram conhecidos durante explanação do presidente do instituto, Marcus Scarpa, no auditório do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) em Palmas.

Segundo o deputado federal Eduardo Gomes (PSDB) o instituto é reconhecido nacionalmente. “Trata-se de uma organização séria e de maior credibilidade em termos de política de acessibilidade no Brasil", disse o deputado, que comemora a implantação no Tocantins. Ele é autor de emenda de R$ 1 milhão destinada ao projeto. "É, sem dúvida, motivo de satisfação de ver nascer uma ação como essa no nosso Estado do Tocantins. Com certeza, vamos lutar muito mais em busca de novos recursos e benefícios para esse e outros trabalhos", complementou.

Inicialmente, o projeto do Instituto Muito Especial prevê abertura de 600 vagas para cursos profissionalizantes em diversas áreas. O parlamentar fez questão de ressaltar que um de seus objetivos como representante tocantinense na Câmara dos Deputados, em Brasília, é também colaborar e dar respaldo a parcerias do terceiro setor.

Segundo o presidente do Instituto Muito Especial a instalação do projeto do instituto se dará a partir de agosto onde serão realizados cursos de informática, auxiliar de serviços gerais, auxiliar administrativo, auxiliar de logística, almoxarife, telemarketing, arquivista e recepcionista.

Scarpa afirmou que os cursos foram definidos a partir de uma pesquisa realizada com 84 empresas do Estado com mais de 100 funcionários e que são obrigadas por lei a contratar pessoas com deficiência. Segundo ele, os cursos terão recursos tecnológicos para pessoas com baixa visão e pessoas tetraplégicas.

Marcos Scarpa ainda afirmou que ao longo dos cursos serão feitos três wokshop’s. “Vamos trabalhar a questão da empregabilidade das pessoas com deficiência, chamando as empresas mostrando como deve se a contratação”, disse

Confira o áudio da entrevista com o presidente do Instituto Muito Especial: