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Com a aprovação do orçamento estadual do governo para este ano, depois de três meses de discussão, os secretários estaduais já começam a eleger junto à secretaria de Planejamento e Modernização da Gestão Pública e ao governador Siqueira Campos (PSDB) as prioridades de cada pasta.

O governo tem R$ 6.443.616.058,00 no total para gastar. Uma das áreas que esteve no foco da polêmica e discussão com relação ao valor do orçamento foi a comunicação, mas os deputados entraram em acordo e mantiveram a proposta do governo de R$ 30,5 milhões.

Depois de toda polêmica, o secretário Arrhenius Naves parabenizou os deputados durante entrevista ao Conexão Tocantins nesta quinta-feira, 31. “Quero parabenizar os deputados pela aprovação, agora o governo vai trabalhar com mais tranquilidade”, salientou.

“Trabalhar só com 1/12 avos tem vários impedimentos”, frisou Naves. Segundo ele, a partir de agora o Estado vai “andar a passos largos” com a possibilidade de execução dos projetos e políticas do governo.

Contratações

Outra área que o governo pretende deslanchar é com relação aos contratos temporários que deverão ser feitos nas áreas que precisam. Além dos contratos, o secretário de Administração Lúcio Mascarenhas terá condições de dar seguimento à realização do novo certame o Quadro Geral.

Na Secretaria de Trabalho e Ação Social a expectativa é para a execução de programas com foco em várias áreas, dentre elas o combate à fome, conforme já afirmou o secretário Agimiro Costa.

Em entrevista ao Conexão Tocantins nesta quinta o secretário de Infraestrutura, Alexandre Ubaldo salientou que sua prioridade é intensificar a recuperação das rodovias. “Já fizemos 600 km de recuperação e agora vamos intensificar mais”, disse.

Ubaldo salienta que pretende dar seguimento aos programas federais e também de desenvolvimento sustentável.

Processos pendentes

Sandro Rogério, secretário da Fazenda salientou que iniciará um processo de análise com relação ás prioridades nos pagamentos. “Temos muitos processos mas vamos avaliar agora qual serão pagos”, frisou ressaltando ainda as dívidas deixadas nas pastas.