Bastidores

Foi noticiado na noite desta quinta-feira, 18, pelo site do Jornal do Tocantins, que o médico e ex-vereador de Palmas, Sebastião Silveira, assumirá a Secretaria Executiva da Secretaria Estadual da Saúde do Tocantins (Sesau). Não entendeu? Vamos explicar. O cargo de Silveira será uma espécie de suporte ao do secretário interino da Saúde, Arnaldo Alves Nunes, que segundo informações permanecerá no cargo. Brincadeira não é mesmo?

Noticiamos aqui na última terça-feira o que fontes da Secretaria da Saúde informaram ao Conexão Tocantins; que Silveira teria sido o indicado para assumir na vaga de Nunes. Já nesta quinta-feira, noticiamos que o governo estava tentando contornar a situação para evitar desgastes com o recebimento de mais uma carta pedido de demissão por parte de auxiliar de primeiro escalão, fato que vem se repetindo nos 2 últimos meses.

Uma fonte informou-nos que Siqueira teria pedido ao secretário interino que permanecesse mais alguns dias à frente da pasta e a data estipulada segundo a informação seria o dia 1º de setembro.

Pois bem, o doutor Arnaldo entrou como interino da pasta da Saúde no início do governo e aí foram definhando com o poder de autonomia dele que já não era lá estas coisas. Afinal de contas um interino não está seguro no cargo. Primeiro tiraram dele a administração dos hospitais nomeando no dia 22 de março como secretário extraordinário de Gestão Hospitalar, Raimundo Nonato Pires dos Santos, o Raimundo Boi. E o doutor Arnaldo lá! se dedicando em sua interinidade à espera de um gesto de reconhecimento por parte do governo que lhe efetivasse.

Agora esta! nomeiam um secretário executivo para lhe dar suporte! A sensação ao tomar ciência da informação é de que se trata na verdade de uma cena de humor. Não podemos deixar de rir da sua condição doutor Arnaldo! Ora bolas! O que diabos sobrou-lhe para fazer ai na Sesau com sua interinidade? Apenas contar mais alguns dias de falta de respeito por parte do governo com um profissional da Saúde dedicado, digno e de trato afável. Se o quisessem no governo já o teriam efetivado.