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Nesta quinta feira dia 11 de julho de 2013, centenas de atingidos por barragens se mobilizarão em diversas cidades do estado do Tocantins e Maranhão para reivindicar seus direitos, denunciar o atual modelo energético e apoiar a luta dos trabalhadores do campo e da cidade, assentados da reforma agrária, pescadores, educadores. A jornada nacional de lutas e fruto da unificação das lutas das centrais sindicais e Via Campesina.

 Dessa forma, em cada local onde as barragens são construídas, fica a critério das empresas a definição de como tratar os atingidos. “São elas que determinam quem é ou não atingido e quem deve ou não ser reassentado ou receber indenização. Com o interesse de diminuir o custo da obra e aumentar seus lucros, as empresas do setor elétrico tenta negar ao máximo os direitos dos atingidos” Afirma Judite da Rocha Coordenadora do Movimento dos Atingidos por Barragens

 Cerca de 800 pessoas impactados pela barragem de Estreito, organizados no MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens), montaram um acampamento em frente ao canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Estreito, que fica na BR-010, entre os Estados de Tocantins e Maranhão onde foi construída a UHE – Estreito pelo CESTE - Consórcio Estreito Energia. Os manifestantes pretendem entregar suas reivindicações consorcio. Os atingidos reivindicam terra para as famílias que estão nos acampamentos;

Conclusão do projeto do pescado; Água em quantidades com qualidade para produção de hortas e frutíferas e para o consumo humano e animal e assistência técnica especifica para as Famílias Reassentadas com a escolha feita pelas famílias.

 Já os atingidos na UHE – Lajeado aproximadamente 300 pessoas das comunidades nova Pinheiropolis, Flor da Serra, São Francisco de Assis interromperam o trânsito nas TO 070 Porto Nacional a Brejinho de Nazaré e a TO 255 Sentido Fátima. As famílias reivindicam isenção das tarifas de Água, melhoria nas Escolas, nos postos de Saúde e nas casas.

Por: Redação

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