Polí­tica

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O peemedebista José Augusto Pugliese afirmou que o governo estadual faz uma gestão de improviso. “Não vemos nenhuma ação planejada. De cabo a rabo está faltando nesta gestão planejamento em todas as ações”, disse. Pugliese falou sobre o projeto de redução salarial do primeiro escalão e a decisão do governo de retirar o corte de 25% do salário do governador. Ele frisou que algumas categorias seriam prejudicadas e que seria um caos em alguns setores devido à diminuição salarial. “É um improviso atrás do outro”, disse.

Ele contou que alertou membros do Ministério Público Estadual sobre a situação do Igeprev. “Se pegarmos a análise do TCE ele (o Plansaúde) já é um problema de insuficiência de recursos já em 2024. Quando o aposentado for buscar seu cheque ele estará em branco”, disse. Para o deputado é preciso analisar como está sendo gerenciado o fundo do Igeprev.

Pugliese cobrou os compromissos de campanha do atual governador como a construção das escolas de Tempo Integral. “Vamos sonhar que Brasília aborte esse governo da má gestão porque sem apenas três anos o governo transformou o Estado de um canteiro de obras em um Caos”, disse.

O líder do governo Carlão da Saneatins tentou amenizar as críticas e sustentou que não há como o governo chamar os concursados atualmente. “Se não estiver dentro do índice prudencial realmente não se convoca concursados. O governo está trabalhando para que se ocorra a convocação que é uma necessidade de servidor do Estado”, disse. Ele frisou que os governos anteriores deixaram o Estado bagunçado e que o governador Siqueira Campos deixará o Tocantins nos trilhos para os próximos anos. Amélio Cayres (PR) também ajudou na defesa do governo.