Polí­tica

Foto: Álvaro Júnior (E/D) Fredric Litto - Pres. ABED, deputado Angelo Agnolin, Fernando Amorin e Ricardo Holz - Pres Assoc. Bras. dos Estudantes a Distância no Brasil (E/D) Fredric Litto - Pres. ABED, deputado Angelo Agnolin, Fernando Amorin e Ricardo Holz - Pres Assoc. Bras. dos Estudantes a Distância no Brasil

Durante audiência pública realizada na tarde desta última terça-feira, 10, onde foi apresentado o balanço e o Impacto da Educação a Distância (EAD) nos Setores Educacional e Produtivo no Brasil, a Frente Parlamentar da Educação a Distância se reuniu com representantes da Educação a Distância no Brasil, reitores de universidades e do Fórum Nacional da Educação Profissional, em audiência pública, para discutir os critérios para que seja criado o Dia da Educação a Distância no Brasil.

O presidente da CDEIC – Comissão de Desenvolvimento Econômico Indústria e Comércio e presidente da Frente Parlamentar de Educação a Distância, Angelo Agnolin, ressaltou a importância da criação da data e afirmou que o projeto será apresentado esta semana à mesa diretora da Câmara dos Deputados para que a Lei seja criada tão logo.

Para o presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância – ABED, Fredric Michael Litto, a criação de uma data para ser comemorado o Dia da Educação a Distância no Brasil é apenas uma formalização, pois a mesma já é comemorada no dia 27 de novembro pelas entidades representativas da modalidade no Brasil.

O presidente da Associação Nacional de Estudantes de Educação a Distância no Brasil, Ricardo Holz, ressalta a importância da formalização da data e diz que será um ato simbólico. “Um peso muito grande para a Educação a Distância no Brasil, coloca a modalidade no circuito da educação no Brasil”, diz Holz.

A aprendizagem fora da sala de aula convencional, com o apoio de diferentes tecnologias, tem ajudado, há muitas décadas, no crescimento da força de mão-de-obra qualificada no Brasil. Desde o início do século XX, centenas de milhares de cidadãos brasileiros fizeram, com a ajuda dos correios, cursos de eletricidade, eletrônica, relojoaria, taquigrafia, línguas estrangeiras, entre outros. O rádio e a televisão também foram usados para ensinar civismo e para permitir a recuperação dos currículos do ensino básico e fundamental por parte de adultos já engajados no mercado de trabalho.

Hoje, mais de um milhão de estudantes, quase um quinto de todos os universitários no país, estão cursando o ensino superior através da Internet e satélites artificiais, em programas credenciados pelo Ministério da Educação.