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Representantes do Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais do Tocantins – Sinfito/TO estiveram reunidos na manhã desta quinta-feira, 19, com o secretário de Planejamento e Gestão do Município de Palmas, Francisco Viana Cruz, onde apresentaram várias solicitações para melhoria e valorização dos profissionais das duas categorias.

Foi protocolado o pedido de alteração no Edital do Concurso do Quadro da Saúde, em relação à carga horária dos cargos de fisioterapeuta e terapeuta ocupacional, com base na Lei federal nº 8856/94 e na Lei Municipal nº 932/00, que determinam a carga horária semanal máxima de 30 horas e também em relação ao número de vagas – na avaliação do Sindicato o número seria insuficiente para atender a necessidade da população é menor do que o quantitativo de contratados atualmente.

 Diante do ofício protocolado, o secretário informou que já foi feita a alteração da carga horária no cargo de fisioterapeuta e assegurou a mudança também para o cargo de terapeuta ocupacional, que será feita juntamente com outras mudanças previstas para o edital. E sobre a convocação dos aprovados no concurso público, segundo Viana, serão chamados conforme a dotação orçamentária, sendo o maior quantitativo possível verificando-se o número de contratados e substituindo-os, portanto, abrangendo o cadastro de reserva de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais.

Outra solicitação foi a do pagamento do adicional de insalubridade aos profissionais vinculados a Prefeitura de Palmas, o qual nunca foi pago. Francisco Viana garantiu que será criada uma comissão para juntamente com a empresa contratada resolver a questão. Complementou agendado já para a primeira quinzena de janeiro a realização da primeira reunião com a participação do Sinfito.

O presidente do sindicato, Sandro Adrian e o vice-presidente, Rômulo Augusto, falaram ainda sobre os vencimentos das categorias. Profissionais da área da saúde ficaram sem aumento nos últimos oito anos, bem diferente de outros cargos de nível superior que tiveram aumentos de no mínimo 41%. Os sindicalistas solicitaram que essa injustiça seja corrigida. O secretário disse estar sensível também a esta reivindicação, se disse conhecedor das injustiças feitas no passado com as categorias da saúde, e pretende minimizar as disparidades ao longo do ano de 2014 assim como manter um constante diálogo com a diretoria do Sinfito/TO para em breve resolver as solicitações.