Palmas

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A participação ativa nas tomadas de decisões, a contribuição do empresariado com ideias inovadoras na administração pública e a conciliação da atividade empresarial e política foram assuntos do encontro entre o prefeito de Palmas, Carlos Amastha e o vice-governador do Estado, Tom Lyra. No café da manhã, Amastha recebeu também o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, Roque Pelizário, e o vice presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas.

Também participaram do encontro, a secretária de Desenvolvimento Econômico de Palmas, Cleide Brandão, o presidente da CDL da capital, Davi Gouveia e Jarbas Meurer, do Conselho Administrativo do Sebrae, além da presidente da Associação de Supermercados, Maria de Fátima de Jesus.

Aos visitantes, o prefeito falou sobre os desafios e da importância de ter classe empresarial bem próxima do Executivo. “A Cleide Brandão à frente da Secretaria de Desenvolvimento Econômico é um exemplo de conquista, ela conhece bem o setor e isso nos ajuda a estar perto de uma classe que tem um valor muito importante para cidade”, enfatizou.

Para o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas, Davi Gouveia, estes encontros habituais são muito importantes e significativos para a classe empresarial, e o setor não será pego de surpresa nas decisões políticas. “Exatamente a exemplo disso vai ser instalado de fato o Conselho Empresarial aprovado pela Câmara e esperamos uma participação ainda maior na administração Municipal, o Amastha está no caminho certo”, disse Gouveia.

Ao falar das impressões sobre a capital Palmas, o presidente da Confederação Nacional das Câmaras de Dirigentes (CNDL), Roque Pelizário, foi enfático em dizer que já dá para perceber o fruto deste alinhamento dos objetivos, iniciativa privada e poder público numa mesma direção. “Quando você tem um direcionamento com os mesmos objetivos os resultados acontecem de forma correta”, disse.

O vice-governador, Tom Lyra, é da mesma opinião, ele disse que é possível transferir para administração pública o mesmo sucesso da iniciativa privada, e que a classe empresarial precisa ser ouvida. “Aproveitando os mesmos ventos os resultados de fato acontecem de maneira correta, ou seja, o planejamento da cidade é feito para gerar riquezas não concentradas, mas com distribuição de rendas, isso traz melhoria na qualidade de vida para a população, e isso eu percebo na administração do Amastha, tudo ainda não está pronto mas ele está agrupando comunidade com o setor empresarial e político”, disse o vice-governador.

Sobre esta nova forma de administrar, no começo, segundo o vice-governador, pode até assustar, mas a partir de agora nasce uma nova classe política a partir de ideias voltadas a isso. “Porque as pessoas às vezes têm medo de novas ideias e isso não pode acontecer , as pessoas têm que pensar fora da caixa para que o benefício e a inovação aconteçam”, finalizou. (Secom Palmas)