Polí­tica

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O procurador Regional Eleitoral do Tocantins, Alvaro Manzano fez um balanço das eleições deste ano e avaliou como trânquilo todo o processo no Estado. “Foi uma eleição trânquila com poucos incidentes”, resumiu. Na eleição o candidato Marcelo Miranda (PMDB) foi eleito com 51,30% dos votos válidos (360.640) já o atual governador e candidato a reeleição, Sandoval Cardoso (SD) teve 44,72% dos votos (314.392). 

A Procuradoria Regional Eleitoral pretende agora, conforme informou Manzano, analisar como vai se manifestar na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que tramita no Tribunal Regional Eleitoral e pede a cassação do registro da candidatura e cassação do diploma de Marcelo e da vice, Claudia Lelis (PV) sob acusação de caixa 2 em razão do episódio da apreensão de um avião com R$ 504 mil em Piracanjuba/GO.

Para Manzano, a decisão sobre a posse de Marcelo será decidida na justiça até a diplomação que acontece dia 19 de dezembro. “Esse caso deve ser decidido na justiça. Estamos fazendo a investigação e estamos aguardando os documentos para verificar as informações bancárias da origem do dinheiro que foi apreendido e quem  foi o responsável”, frisou. A Procuradoria pretende dar celeridade ao caso porém não teve ainda acesso às informações. “Não depende da gente, estamos esperando o documento dos bancos”, disse.

A Aije que pede a cassação de Miranda é de autoria da coligação "A Mudança que a Gente Vê", do candidato à reeleição derrotado, Sandoval Cardoso (SD). O governador eleito desde o início da repercussão do episódio sempre negou qualquer tipo de ligação com os envolvidos e disse desconhecer a origem do valor apreendido. O deputado federal eleito, Carlos Gaguim (PMDB) também é réu na Aije.

Ocorrências

Segundo informou a Polícia Federal  neste domingo foram 14 ocorrências em todo o Tocantins foram lavrados dez termos circunstanciados e quatro flagrantes.