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Em manifestação de defesa a indicação da senadora Kátia Abreu (PMDB) ao Ministério da Agricultura, o Presidente Estadual do Partido dos Trabalhadores, Júlio César Ramos Brasil, os deputados Estaduais, José Roberto Forzani, Amália Santana e Paulo Mourão, o 1º Suplente de Senador Donizeti Nogueira, os prefeitos Municipais José Santana (Colinas), Assilon Soares Filho (Arapoema), José Rodrigues (Aliança do Tocantins) e Ezequiel Guimarães (Couto Magalhães) listaram às razões pela qual a senadora deve ser nomeada ao ministério.

Segundo a nota do PT Tocantins, o partido respeita o direito dos que discordam, mas compreende que há uma carga de preconceito regional. 

Confira abaixo a íntegra da nota.

Nota

O Presidente Estadual do Partido dos Trabalhadores, Júlio Cézar Ramos Brasil, os deputados Estaduais, Zé Roberto, Amália Santana e Paulo Mourão, o 1º Suplente de Senador Donizeti Nogueira, os prefeitos Municipais José Santana (Colinas), Assilon Soares Filho (Arapoema), José Rodrigues (Aliança do Tocantins) e Ezequiel Guimarães (Couto Magalhães) vêm a público defender a indicação da Senadora Kátia Abreu para o Ministério da Agricultura pelas razões que seguem:

01) A senadora está na base de apoio do atual governo da Presidenta Dilma e deu uma contribuição importante para a sua reeleição;

02)  A presença de  quadro com  a força política e a competência da Senadora  Kátia Abreu,  em um  Ministério  com a  relevância  do Ministério da Agricultura é estratégico e muito importante para o  estado do Tocantins;

03) Tradicionalmente este ministério é ocupado por um representante do agronegócio, o que fortalece a indicação da Senadora Katia Abreu, tendo em vista que ela lidera este setor, hoje na condição de Presidente da Confederação Nacional da Agricultura.

04) É importante para o PT  do Tocantins a possibilidade da ascensão de um dos seus principais quadros, Donizeti Nogueira, à condição de Senador.

Por fim, o PT Tocantins, compreende e respeita o direito dos que discordam, mas compreende que há uma carga de preconceito regional, tendo em vista que o Tocantins é um Estado considerado pequeno e fora do eixo das grandes economias do nosso País.