Polí­tica

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A Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI do Igeprev durante sessão desta terça-feira, 9, aprovou o depoimento da ex-contadora do doleiro Alberto Yousseff, Meire Poza para o dia 18 de dezembro às 8 horas a manhã na sala das Comissões da Assembleia Legislativa. No mesmo dia a CPI vai ouvir também o ex-diretor de investimentos, Edson Santana Matos que foi diretor do Instituto. As despesas serão pagas pela Casa de Leis.

 Alguns requerimentos também foram aprovados e tratam de pedidos de informação ao Tribunal de Contas sobre o conteúdo do inquérito policial que trata do procedimento investigatório da transferência do Ipetins – antigo Igeprev.  A CPI pede ainda informações ao departamento de Polícia Federal sobre um documento assinado por 15 entidades representativas de servidores que  requerem providências devido as questões de gestão financeira do Igeprev.

 Foram convidados ainda a delegada Andreia Pinto e auditores do Ministério da Previdência para também prestar esclarecimentos à CPI.

O presidente da CPI, Stalin Bucar (SD) afirmou que todas as convocações aprovadas são para de fato apurar o envolvimento de várias pessoas nas supostas irregularidades. “Todas as pessoas que foram convocadas é porque participaram ou sabem de alguma situação que envolve o Igeprev direta ou indiretamente”, frisou.

Relatoria

O presidente Bucar comentou da sua intenção de indicar Sargento Aragão (Pros) para ser o relator. O deputado indicado explicou que pleiteou a relatoria no início dos trabalhos porém disse que não assumirá. "Para mim não faz sentido ser relator agora no final", disse alegando que não tem todo o material. " Não vou assumir relatoria no segundo tempo da prorrogação porque para mim o tempo é insuficiente", disse. Ele disse que foram mais de 170 dias de comissão e que só faltou uma vez.

O deputado petista José Roberto Forzani também negou assumir a responsabilidade de fazer o relatório. "Não tem como a gente assumir essa responsabilidade. Cabe á presidência organizar um relatório", disse.

Sendo assim a CPI continua sem relatoria. O relatório com o resumo e principais pontos das discussões da CPI deve ser encaminhado para os órgãos competentes para que os culpados que forem apontados sejam de fato responsabilizados.

O presidente disse que vai se esforçar para, junto com o delegado que acompanha os trabalhos da CPI, fazer um relatório.