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O secretário de Saúde, Samuel Bonilha já começou a trabalhar para resolver os principais problemas da área. Elencada como uma das prioridades da atual gestão, a Saúde foi alvo de várias reclamações por parte de servidores e ainda dos usuários do sistema de Saúde.

O ex-governador Sandoval Cardoso (SD) deixou o governo sem regularizar o retorno da alimentação nos hospitais que foi novamente suspensa pela empresa Litucera. O próprio governador Marcelo Miranda informou após sua posse que já tinha conversado com os representantes da empresa para que retomassem os serviços. O Estado deve mais de R$ 50 milhões para a empresa que não foram pagos na gestão passada. Como o Conexão Tocantins apurou o cardápio já está normal nas unidades de saúde inclusive no HGP.

Dentre outros problemas da pasta está ainda a investigação da Polícia Federal na Operação Pronto Socorro que foi deflagrada em dezembro e resultou na prisão de ex-gestores da pasta. A Operação investiga fraudes em licitações na pasta.

O secretário Samuel Bonilha concedeu entrevista no final da manhã ao Conexão Tocantins onde falou da situação que recebeu a pasta. Ele disse que a prioridade é regularizar os serviços essenciais e auditar os contratos que ficaram em exercício. “Todo e qualquer tipo de contrato principalmente dos serviços essenciais nós vamos saber a regularidade e baixar as portarias necessárias pra as medidas de urgências”, disse.

Bonilha disse que a raiz de todos os problemas na área da Saúde é a falta de gestão. “Faltava gestão em tudo”, disse citando como exemplo a situação da compra de medicamentos. Vários tipos de medicamentos foram deixados vencidos pela gestão passada e o secretário frisou que vai levantar o prejuízo. “Esse é outro grande problema a falta de controle dos medicamentos, de materiais e um desperdício enorme por causa da  falta de padrão nos medicamentos. Vamos padronizar a compra de medicamentos “, disse.

Sobre a situação dos contratos da pasta ele afirmou que fará um amplo levantamento dos mais de 3 mil contratos atualmente na secretaria para ver qual a necessidade. “ vamos ver se há excessos e começar a adequar afinal estamos em contenção de despesas”, disse.