Educação

Foto: Savick Brenna/Sintet

Os profissionais da rede municipal de educação de Palmas pararam suas atividades a partir desta terça-feira, 5, por tempo indeterminado. Trabalhadores percorreram a Avenida JK e agora realizam ato público na frente da Prefeitura. Faixas, cartazes e carro de som informam à população sobre os motivos do protesto.

Os profissionais reivindicam da gestão de Palmas o compromisso com várias demandas: data-base, retroativos, progressões, titularidades e PCCR (Plano de Cargo, Carreira e Remuneração) em dia. 

A greve foi aprovada em assembleia realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Tocantins (Sintet/TO) dia 28 de agosto, no Parque Cesamar, na capital. Por unanimidade, a categoria aprovou a greve das escolas municipais. Segundo o Sintet, 70% das escolas da rede municipal aderiram à greve. 

A gestão de Palmas, comandada pelo prefeito Carlos Amastha, chegou a noticiar o pagamento dos salários dos servidores referente ao mês de agosto e inclusão na folha o pagamento da data-base para 64% do funcionalismo e ainda a primeira parcela de progressões e titularidades para o quadro da Educação. Na assembleia do dia 28 foi apresentada proposta enviada ao Sintet pela gestão e a mesma não atendia as reivindicações dos profissionais da educação. 

Segundo o presidente Regional do Sintet, Fernando Pereira, a Prefeitura de Palmas não cumpre com os acordos feitos com a educação desde 2015.