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Foto: Divulgação Márlon Reis e família, em Palmas: parentes destacam perfil e manifestam apoio à pré-candidatura do ex-juiz Márlon Reis e família, em Palmas: parentes destacam perfil e manifestam apoio à pré-candidatura do ex-juiz

Vida simples, gosto pela cultura local e demonstrações de união e ligações fortes com o Tocantins marcam o encontro da família Reis, que reúne em Palmas desde a última quinta-feira, 12, pessoas de várias partes do Brasil. Idosos, adultos, adolescentes e crianças têm em comum a origem: o Estado do Tocantins. “Um final de semana de muita alegria por reunir aqui minha mãe, meus sete tios paternos e muitos primos e primas de todas as partes. Aqui está uma parte considerável da família que tem o privilégio de se reunir em Palmas e celebrar uma história de união, amor, fé, companheirismo, amizade pura e verdadeira que marcam tantas famílias como as nossas”, afirmou o ex-juiz e advogado Márlon Reis, presente no encontro.

Como toda a festa de família com muitos integrantes, uma programação foi feita e conta com momentos de fé, com culto ecumênico, jantar para celebrar a união da família e, especificamente no caso da família Reis, destaque para a cultura, com a banda Pedra de Fogo Show, e a diversão, marcada pelo “desfile brega”. Cantor e compositor, Málron Reis cantou com os amigos da Pedra de Fogo. "É possível valorizar a família sem praticar a familiocracia que tanto mal faz ao Tocantins", disse Márlon Reis, na manhã deste sábado.

Ideais de família

A festa reúne parentes de Márlon Reis que vivem no Tocantins e tocantinenses que, por necessidade de obter oportunidades profissionais, foram obrigados a deixar o Estado e moram em outras partes do Brasil como, por exemplo, Maranhão, Goiás, Brasília e Paraná. Porém, sempre estão no Tocantins. “A vida, as circunstâncias me levaram a sair do Tocantins. Mas estamos sempre aqui, nossa mãe mora aqui, Márlon também e outros parentes. Tocantins é nossa terra, um Estado jovem, promissor e rico em potencial”, afirmou o irmão caçula de Márlon, Sérvio Túlio Jacinto Reis, 45, perito criminal federal que nasceu em Porto Nacional e hoje mora em Curitiba (PR).

Ele destacou o exemplo e experiência de Márlon no processo de saída do Tocantins: “Nosso pai, bancário, mudou muito com a nossa família. Todos nós, como o Márlon, vivemos as experiências mais diversas residindo em outros locais, quando começamos a estudar, trabalhar conhecemos realidades diferentes. Sua experiência como juiz e sua vivência o tornou uma pessoa melhor. Onde quer que ele tenha andado ele sempre levou a paixão pela nossa terra e sempre teve o desejo de voltar”.

Apoio incondicional

A pré-candidatura de Márlon Reis ao governo do Tocantins pela Rede Sustentabilidade também foi tema da família. Moradora de Palmas, Arlete Jacinto Reis, a mãe de Márlon, após relembrar a história da família desde Pedro Afonso, onde Márlon nasceu, e Porto Nacional, local de nascimento dos outros três irmãos, foi direta: “Será um grande benefício para o Tocantins se os tocantinenses derem a ele a oportunidade de dirigir o Estado, com sua capacidade, competência, senso de solidariedade e de respeito aos valores éticos e morais”.

Uma das filhas de Márlon, Yananda Barros Jacinto Reis, que cursa direito em Palmas, falou do orgulho de seguir a carreira do pai. “Ele é um constante exemplo e nos incentiva muito. Exemplo que deu, sua trajetória. Ele fez com que eu me apaixone pela carreira, mas o mais importante de tudo são os princípios, valores que ele nos ensina”, disse, ao citar, entre outros feitos do pai como juiz, a idealização da Lei da Ficha Limpa e o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE). “Ele gosta muito do Tocantins. É um homem de caráter, de valores e princípios. Quando todo o Estado conhecer mais ele vai se encantar e reconhecer seus objetivos, nenhum deles com interesse próprio, mas coletivos”, complementou.

A esposa, Ana Lucrécia Bezerra Sodré Reis, também juíza, falou que Márlon é impulsionado por ideais. “Ele é um líder. Ele tem um coração republicano, que enxerga o interesse público acima do interesse particular. E é esse espírito republicano é uma chama viva dentro dele”, comentou.   

Já a psicóloga Maria Arlinda Reis, a irmã mais velha, falou que sempre notou em Márlon a ousadia de “fazer sempre mais”. “Vi crescer. Menino que se engajou em militância estudantil, causas sociais, no bem de todos. Era e é muito ousado, por isso as conquistas”.

O médico Flávio José Cruz dos Reis, 44, primo de Márlon, ressaltou o seu espírito de liderança. “Desde pequeno era líder, organizava tudo, tinha visão inovadora e fazia diferente. E hoje está em busca de colocar em prática o sonho de melhorar a vida das pessoas, voltando para as suas raízes porque ele gosta demais do Tocantins”, comentou.

Aos 78 anos, a matriarca da família Reis, Nilza Alves Maciel, tia de Márlon por parte de pai, foi direta: “Com essa crise que vivemos na administração pública, precisamos de gente séria e honesta. Temos essa esperança que ele venha trabalhar para melhorar esse Estado. Precisamos de homens íntegros e que saibam trabalhar. É disso que precisamos no momento. Nós temos muita vontade de ver a nossa terra melhorar”.

E foi por esse ideal que Márlon deixou a estabilidade de uma carreira de 20 anos de sucesso como juiz de direito no Maranhão. “O idealismo o motivou a fazer isso. Márlon é uma pessoa simples, humilde, amiga e prestativa. Ele estende a mão, ajuda as pessoas, é desprendido de vaidade. Sempre teve a vontade de melhorar a vida dele, da família e das pessoas. Isso é muito presente nele. A vontade de fazer mais!”, ressaltou Sérvio Túlio.

Outra tia, Maria Piedade Reis de Sá, disse que é simples entender a escolha de Márlon de deixar a magistratura e optar por se candidatar pelo Tocantins. “Ele foi convidado a ser candidato por outros Estados, mas Márlon pensa acima dos seus próprios interesses. Ele escolheu o Tocantins por ser tocantinense, por sempre ter vivido aqui, apesar da vida profissional fora. E tem muita gente que por acreditar está a seu lado, já mobilizando e pedindo e recebendo apoio espontâneo”, ressaltou.