Polí­tica

Foto: Dicom/AL

É comum em todos os pleitos eleitorais o uso de sobrenomes que chamam a atenção do eleitor. Uma das recomendações dos principais marqueteiros é que o nome do candidato seja o mais criativo e fácil de memorizar assim como o número.

A estratégia é então utilizar apelidos ou acrescentar nomenclaturas de órgãos ou entidades os quais o candidato prestou algum trabalho, deixando assim sua marca registrada.

No Tocantins, um primeiro caso que podemos utilizar é de um dos candidatos ao governo, Carlos Henrique Amorim (PMDB), chamado desde a época de vereador pelo apelido de Gaguim. O peemedebista que tenta reeleição massificou seu nome baseado no apelido e fez até adaptação ao nome original usando inclusive nas assinaturas de documentos da administração.

Nas proporcionais, o nome de alguns candidatos foram alterados também com o intuito de lembrar uma trajetória de luta, por exemplo, o presidente estadual do PT, no momento licenciado, Donizeti Nogueira que simplificou o nome para Donizeti do PT, buscando diretamente o voto dos correligionários da legenda da qual está à frente há muitos anos.

Ex-presidentes de sindicatos também usam essa estratégia é o caso por exemplo do Manoel do Sintras (PSB) que disputa ma vaga na Assembleia Legislativa. E não faltam os que apostam na mesclagem dos nomes com órgãos como por exemplo o atual presidente do PPS no Estado e que tenta reeleição na Assembleia Legislativa, Eduardo do Dertins e ainda do deputado estadual Raimundo Wilson Ulisses Sampaio (PP), simplesmente conhecido como Raimundo Palito.

Engrossam ainda esta lista, Aleandro da Habitação (PMDB), Zé Messias da Caixa (PT), Marcos da Eticam (DEM), Cidinho da Cerâmica (PSB) e ainda Weslei do Transporte Alternativo (PTC).

Outros candidatos apostam na simplicidade dos apelidos como é o caso da Dona Euridice (DEM), Ceiça (DEM), Zé do Coco (PSB), Professor Dejan (PSC), Professora Lila (PSC), Antônio do Ferro Velho (PSDB), Cabo Neto de Araguatins (PSDB), Zefinha (PRTB) dentre outros.

Os humoristas aproveitam muitas vezes esses apelidos para brincarem com os candidatos. Depois de eleitos, muitos mantém o nome adotado durante a campanha no cotidiano legislativo.

Performaces diferentes

Outros candidatos resolvem radicalizar e apostam em nomes engraçados e performaces diferentes como é o caso do Homem da vassoura (PT) que tem no foco do seu discurso combater a corrupção.O tocantinense pode ver ainda nos programas eleitorais, um candidato chamado de Super Heroi. Do PRB, um candidato de nome Bolota também tenta uma vaga na Assembleia Legislativa.