Polí­tica

O pré-candidato aclamado no encontro do Partido dos Trabalhadores deste final de semana afirmou ao Conexão Tocantins na tarde desta segunda-feira, 15, que está feliz com a indicação mas que a militância e base do partido é que vai decidir se ele será mesmo o candidato. “ Estou participando da construção de um projeto para o Tocantins. Estou à disposição mas acho que o mais importante é a democracia no PT . É preciso que as coisas aconteçam”, disse.

 Ele conta que ingressou recentemente no PT por ter afinidades com a legenda e também por incentivo de muitos amigos petistas à nível nacional e também estadual. O presidente regional Donizeti Nogueira, o prefeito de Colinas, José Santana Neto e o ex-prefeito de Porto, Paulo Mourão, segundo ele, o convidaram para o PT.

 O pré-candidato porém foi cuidadoso ao tratar de seu nome como escolha para o partido e frisou que é preciso que a militância do partido faça a escolha sobre o nome. Ele foi secretário da atual gestão do governador Siqueira Campos.

 Esteves respondeu o ex-prefeito de Palmas, Raul Filho que questionou ao Conexão Tocantins o lançamento do nome de Nicolau como nome favorito na sigla. Para o ex-gestor da capital Esteves estaria sendo usado pela cúpula do partido para custear despesas e que depois do processo de visitas aos municípios que vai acontecer após maio. “O Raul Filho é uma grande liderança. Ele conhece o PT mais do que eu, conhece a democracia petista  mas ele está equivocado”, afirmou.  

 Avaliação

 Conforme o petista a mudança que o Estado precisa é passar mudança de visão do modelo PSDB para o petista. “ Precisamos afinar o Palácio Araguaia do Palácio do Planalto”, explica. Ele afirmou também que é preciso aproveitar as riquezas naturais e transformar as pessoas.

 Questionado sobre qual avaliação faz do atual governo, do qual já fez parte, ele desconversou. “Prefiro olhar para frente. Sou homem de olhar para frente”, resumiu. Ele comentou que o governo está vivendo alguns problemas de ordem administrativa e política. Sobre sua saída do governo ele justificou que foi por razões pessoais.