Polí­tica

Foto: Divulgação O deputado federal Junior Coimbra continua no comando do partido O deputado federal Junior Coimbra continua no comando do partido

A reunião com a cúpula nacional do PMDB e integrantes do partido no Tocantins não teve nenhuma novidade e o deputado federal Junior Coimbra continua no comando. O deputado contou ao Conexão Tocantins após a reunião que o único ponto que ficou resolvido foi  a formação de uma comissão com três membros da nacional para tentar consenso na eleição que acontece no próximo mês no dia 18.

A comissão é composta de Welliton Salgado -MG,do  ex-deputado João Henrique (PI) e do deputado federal Carlos Bezerra de Mato Grosso. Segundo o presidente a comissão vai tentar buscar consenso.

Participaram da reunião os deputados estaduais Eli Borges, Iderval Silva, Vilmar do Detran , os vereadores de Palmas, Emerson Coimbra e Rogério Freitas, o vice-prefeito de Araguaina e do grupo intitulado de Autênticos estava o ex-governador Marcelo Miranda, o ex-vice-prefeito de Palmas, Derval de Paiva, deputado federal Osvaldo Reis e Leomar Quintanilha.

O nome de Eli para o comando do partido, apontado como possível consenso entre os dois grupos, não foi aceito por alguns membros. O grupo comandado por Marcelo agora definirá se ficará na legenda. “Eu tinha dito que abriria mão em nome da unidade mas não houve unidade em todo o grupo em torno do nome dele”, disse Coimbra após a reunião.

Com a decisão o grupo dos Autênticos se reuniu no gabinete de Reis e já começam a articular um nome para disputar o pleito no próximo mês.

Partido dividido

O PMDB está em guerra há quase um ano desde que muitos modebas começaram a questionar a atuação do atual presidente Junior Coimbra à frente da legenda e chegaram inclusive a acusá-lo de querer se aliar com o atual governador Siqueira Campos. Insatisfeitos, um grupo que se intitulou de PMDB Autêntico tentaram provocar a dissolução do diretório através da renúncia dos membros e logo depois chegaram a formalizar um pedido de intervenção junto a nacional.

 O clima esquentou mas Coimbra continuou à frente do partido e chegou a declarar várias vezes que queria pacificar o partido e que apoiaria uma possível candidatura de Marcelo ao governo.

 A desconfiança com relação a Coimbra continuou e as relações no partido azedaram de vez há duas semanas quando as contas de 2009 de Marcelo e Gaguim foram rejeitadas na Assembleia Legislativa com possíveis votos de dois aliados de Coimbra: Iderval Silva e Vilmar do Detran.