Polí­tica

Foto: Silvio Santos

Na tarde dessa terça-feira (25) foi realizada a segunda reunião da Comissão Especial para Acompanhamento do Concurso da Assembleia Legislativa do Tocantins. Presidida e relatada respectivamente pelos deputados estaduais Zé Roberto (PT) e Ricardo Ayres (PSB), a comissão é formada pelos deputados Wanderlei Barbosa (SD), Elenil da Penha (PMDB) e José Bonifácio (PR). Ainda em fase de avaliação, cada parlamentar integrante foi responsável por analisar os temas questionados e apresentou sugestões de mudança. 

A partir do que já foi apresentado, o resultado do relatório final será entregue na próxima sexta-feira (28). Ainda hoje (26) está marcada para as 16 horas, a convite dos parlamentares, uma reunião com o presidente do Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Tocantins (Sindilegis), Adilson Domingos da Cruz. 

Logo após, às 17 horas, os deputados se reunirão com o Diretor Geral da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins, Antônio Iannowich. 

Certame 

Logo que foi publicado o edital para o concurso da Assembleia Legislativa do Tocantins, parlamentares e órgãos começaram a fazer questionamentos. O deputado José Bonifácio (PR) é um dos que mais critica o certame e já chegou a comparar o concurso da AL com estupro. O parlamentar também já disse na tribuna da Casa que a Fundação responsável pelo concurso, a Funrio, é uma das mais descredenciadas do País. 

O Ministério Público do Estado recomendou ao presidente da Assembleia Legislativa, Osires Damaso, que observe a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e que não lance concurso com cargos apenas para formação de cadastro reserva. 

A Ordem dos Advogados do Brasil no Tocantins (OAB/TO) protocolou representação na AL pedindo que o concurso público seja suspenso e o seu edital retificado para que o certame seja retomado. (Matéria atualizada às 15h40min)