Polí­tica

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O pré-candidato a prefeito de Palmas pelo Partido Progressista (PP), Carlos Amastha, diz que os prefeitos do Tocantins terão que pensar na modernização da gestão pública se quiserem vencer o desafio do aumento da folha de pagamento que deve ocorrer com a aprovação de projetos de lei no Congresso que estabelecem o piso salarial de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e o que já foi aprovado que limitou o piso salarial dos professores no País.

“Os prefeitos terão que adotar uma administração mais enxuta, buscando a eficácia e resultados para conseguir arcar com o aumento da folha de pagamento, provocado pela aprovação dos pisos salariais das categoriais”, avalia.

Para Amastha, a crise que se avizinha mostra também outro problema que precisa ser discutido, que é um projeto de Reforma Tributária no País. Ele argumenta que o Governo Federal não pode concentrar nos cofres da União a maioria do imposto arrecadado no País. “Grande parte desse imposto é arrecadado pelo município e ele é a parte que menos recebe o retorno desse imposto. É preciso tornar mais justa essa forma de distribuição de recursos para dar mais fôlego às prefeituras para administrar com eficiência”, argumenta.

O pré-candidato pepista também defende o direito das categoriais profissionais de terem salários mais justos. Ele comenta que são profissões muito importantes para o desenvolvimento e amparo social e que precisam ser melhor valorizadas. “Muitas categorias profissionais estão com os salários congelados há anos e ainda buscam o reconhecimento de suas funções, que são vitais para o País. Mesmo com o aumento, os salários continuam bem abaixo da importância que esses profissionais têm para a sociedade. E tomo aqui o professor como exemplo. Essa é uma das profissões mais importantes para a garantia do desenvolvimento de uma nação e eles não merecem receber um piso salarial de pouco mais de R$ 1.400,00. Os profissionais merecem ser melhor valorizados. E essa é outra luta nossa. Mas se hoje, o piso salarial determinado em lei é esse, o que cobramos é que as prefeituras no mínimo façam cumprir a lei e paguem o piso para esses profissionais”, reforça. (Assessoria de Imprensa)