Polí­cia

Foto: Divulgação

Alan Moreira Borges, 37 anos de idade, indiciado pela Polícia Civil pelo assassinato da esposa, Heidy Ayres Leite Moreira, 34 anos de idade, apresentou na última quarta-feira, 25, defesa no processo. A defesa pede absolvição de Alan e extinção da acusação alegando que o acusado, no dia do crime, teria dormido em Gurupi e ainda que a denúncia realizada pelo Ministério Público Estadual (MPE), não tem fundamento que sustente ação penal.

Alan é denunciado pelo MPE como sendo o autor do crime. Baseado no inquérito policial, o promotor de justiça Lucídio Bandeira Dourado considerou que o denunciado agiu consciente e voluntariamente após saber que a vítima estava tendo relações amorosas com um ex-namorado.

Alan indiciado 

No dia 26 de fevereiro, a Polícia Civil, por intermédio da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa – DHPP, concluiu o inquérito policial que apurava as circunstâncias da morte da professora Heidy. De acordo com as investigações realizadas pelo delegado João Sérgio Vasconcelos Kenupp e equipe, a mulher teria sido assassinada, a golpes de faca, pelo próprio marido, o contador Alan Moreira, o qual foi indiciado por homicídio qualificado. 

Segundo apontaram as investigações, Alan planejou o crime, nos mínimos detalhes, inclusive deixando seu aparelho celular em Gurupi, enquanto se deslocava para Palmas a fim de cometer o assassinato.

Entenda mais o caso

A professora Heidy Aires foi encontrada morta, na noite do dia 06 de dezembro de 2014, em sua casa localizada na quadra 1204 Sul, em Palmas. Ela era professora de uma escola municipal da região norte da capital. Segundo alguns relatos, como ela ficou um longo período sem atender as ligações direcionadas para seu aparelho celular, parentes e amigos estranharam o fato e decidiram ir até a residência da professora. Ao chegarem ao local, eles arrombaram o portão e a encontraram, caída no chão do quarto, já sem vida e com marcas de perfurações pelo corpo.