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Foto: Divulgação

Cerca de 30 fruticultores e produtores da região estiveram na propriedade de Antônio Pereira Mota, denominada Barra do Manoel Alves, localizada a 70 km da sede do município de Itapiratins (TO), onde foi montada a Unidade Demonstrativa de Fruticultura - com foco na citricultura. Ali, puderam conhecer de perto o que os técnicos do Programa de Apoio à Comunidade Lindeira e à Produção Familiar de Subsistência, promovido pelo Consórcio Estreito Energia (Ceste), propuseram para recuperar a cultura de laranjas na Barra do Manoel Alves Grande.

Com a colheita da laranja de seu pomar, entre 30 e 40 mil unidades a cada safra, o produtor Antônio Pereira Mota conseguia a renda necessária para manter sua família e a propriedade. Mas no último ano, todo o seu laranjal foi consumido por pragas que comprometeram a produção e a qualidade das frutas. Ao saber do Programa de Apoio à Comunidade Lindeira e à Produção Familiar de Subsistência, promovido pelo Consórcio Estreito Energia (Ceste), de imediato disponibilizou a sua área para a instalação de uma Unidade Demonstrativa (UD) do projeto.

Em dois pontos diferentes da fazenda, os produtores foram aprender técnicas que ajudam a combater e prevenir pragas, assim como de adubação correta do solo. Técnicos do programa também ensinaram e distribuíram receitas de fungicidas e inseticidas simples, de baixo custo e fácil manuseio, além de adubação orgânica.

“Vamos introduzir um conjunto de técnicas visando resgatar a produção e a qualidade do produto, de maneira simples e bem acessível”, comentou o Engenheiro Agrônomo Giordano de Oliveira, da CNEC, empresa contratada pelo Ceste para executar o programa. Ele destaca que, além de curativo, o trabalho também tem cunho preventivo e poderá proporcionar uma recuperação inicial de 50% da produção.

Sebastião Pereira de Brito e Tereza de Brito também possuem um pomar de laranjas e contam que há cerca de cinco anos vêm tentando acabar com as pragas que tomaram conta da plantação.

“Só tá dando laranja mesmo pro consumo da casa. Mas agora estamos com a esperança renovada de vermos os pés de laranjas cheios de frutas e bonitos. É importante sim, a proposta do Ceste, para nós produtores”, finaliza.

A gerente de projetos econômicos do Ceste, Cassandra Gelsomino Molisani, relata que a ação vem sendo desenvolvida nos municípios da área de abrangência da Usina Hidrelétrica Estreito (UHE Estreito) e que, assim como Antônio Pereira Mota, todos os demais produtores participam voluntariamente do programa.

“Esse é um trabalho inovador em empreendimento hidrelétrico e a nossa expectativa é de que proporcione um resultado bem favorável às famílias”, assegura Cassandra Gelsomino Molisani. Ela também ressalta que o projeto prevê o monitoramento das UDs, em períodos de seis meses e um ano.

Fonte: Assessoria de Impresa UHE Estreito