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Polí­cia

Foto: Divulgação

Em nota encaminhada à imprensa, a Polícia Militar do Tocantins (PM/TO), por meio do Comandante Geral Edvan de Jesus Silva, lamentou a morte do cabo Rubim Lopes Monteiro, 33 anos de idade, assassinado na noite dessa sexta-feira, 22, em Porto Nacional. "Perder um irmão de farda é uma dor dilacerante. Corta a alma profundamente, pois antes de sermos companheiros de serviço, somos uma grande família", posicionou a PM/TO. 

De acordo com a PM/TO, o policial estava de folga quando foi abordado por indivíduos que o mataram "de forma fria e brutal". As circunstâncias específicas ainda são desconhecidas, mas estão sendo apuradas. Um dos suspeitos de matar o pm, foi assassinado a tiros na manhã deste sábado, 23. O indivíduo teria sido ferido por Rubim e estava sendo transferido para Palmas em ambulância, quando homens armados teriam interceptado o veículo e executado o suspeito. 

Rubim trabalhava no 5º Batalhão, em Porto Nacional, e deixa esposa grávida e uma filha.

Confira a nota da PM/TO na íntegra 

A Polícia Militar do Tocantins está enlutada pelo falecimento do Cabo Rubim Lopes Monteiro que foi assassinado na noite de sexta (22) na cidade de Porto Nacional-TO.

O profissional estava de folga quando foi abordado por indivíduos que o mataram de forma fria e brutal. As circunstâncias específicas ainda são desconhecidas, mas estão sendo apuradas.

Perder um irmão de farda é uma dor dilacerante. Corta a alma profundamente, pois antes de sermos companheiros de serviço, somos uma grande família movida pelo sentimento de cumprirmos nossa missão de forma integral: proteger o cidadão, livrando-o das mazelas sociais que acarretam na violência, mas que também nos atinge como profissionais e parte da sociedade, infelizmente...

O CB Rubim tinha condutas familiar e profissional admiráveis perante seus amigos e familiares, sempre demonstrando total devoção à nobre missão que lhe foi designada quando ao ingressar na corporação juramentou proteger a sociedade mesmo com o sacrifício da própria vida.

Atuante, prendeu muitos marginais, recuperou objetos roubados, apreendeu armas, tudo para que ao final de uma jornada de serviço pudesse deitar consciente de que tinha feito tudo o possível como policial militar honrado que era.

Que possamos, juntamente com família e amigos, encararmos esse momento difícil apoiados na fé em Deus para que nos conforte diante dessa perda irreparável.

Nosso amigo tinha 33 anos, trabalhava no 5º Batalhão, em Porto Nacional, e incluiu nas fileiras da Corporação em 2007. Deixa esposa grávida e uma filha, as quais rogamos a Deus que dê forças para que possam enfrentar essa situação trágica, deixando externado o apoio da família policial militar no que for necessário.

Edvan de Jesus Silva – CEL QOPM

Comandante Geral da PMTO