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A cidade de Palmas irá receber mais uma edição do Simpósio de Perícia Criminal do Estado do Tocantins. O evento será nos dias 3 e 4 de maio no Auditório do Centro Integrado de Ciência, Cultura e Arte da Universidade Federal de Tocantins e irá reunir peritos criminais, médicos-legistas, policiais civis e federais, juízes, membros do Ministério Público, defensores públicos, advogados, assistentes técnicos, pesquisadores e estudantes das diversas áreas das ciências forenses. O simpósio é promovido pela Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF) e pelo Sindicato de Peritos Oficiais do Estado do Tocantins (SINDIPERITO).

O encontro tem como objetivo promover um debate relacionado à intersecção entre as áreas jurídicas e pericial, fomentando o desenvolvimento da perícia criminal para a promoção da justiça e cidadania. Na programação, palestras e estudos de casos serão apresentados por peritos criminais e profissionais renomados das áreas das ciências forenses. O presidente da APCF Nacional, Marcos Camargo, será um dos palestrantes. Na quinta-feira, dia 3, Camargo irá discorrer sobre a produção, apreensão e identificação de drogas sintéticas. "O evento é uma excelente oportunidade para discussão da perícia criminal e da sua importância para o sistema de persecução penal, auxiliando a justiça em busca de um julgamento justo e sustentado por provas cientificas", destacou Camargo.

Outro destaque da programação é o painel que irá esmiuçar os bastidores da maior reprodução simulada da Criminalística brasileira, o caso 'Pau D'Arco'. A palestra será ministrada pelo perito criminal federal, Jesus Antônio Velho.

Segundo o diretor regional da APCF/TO, Erich Adam, a expectativa é dar ainda mais visibilidade ao trabalho realizado pelos peritos criminais. “Iniciativas como essas são muito importantes para integrar o trabalho da perícia criminal com os operadores da justiça. Essa é a terceira edição do evento, que tem como ideal fomentar o conhecimento técnico e científico entre os profissionais da área de segurança pública", finalizou.