Economia

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

A Ação Pró Amazônia, instituição presidida por Roberto Pires que reúne as federações de indústrias dos nove estados que compõem a Amazônia Legal, e a Associação Nordeste Forte, que engloba as federações do Ceará, Maranhão, Piauí e Rio Grande do Norte, assinaram manifesto divulgado nesta quinta-feira, 2/05, no qual defendem a necessidade de explorar de forma planejada, consciente e responsável uma reserva estimada em até 25 bilhões de barris de petróleo na Margem Equatorial.

Segundo as instituições, a exploração desta região, que vai do Amapá ao Rio Grande do Norte, apresenta ao Brasil oportunidades singulares de desenvolvimento econômico, social e ambiental. 

O manifesto aponta a necessidade de realização de estudos aprofundados e transparentes para verificar a presença, volume real e potencial comercial desses recursos e critica a “resistência de alguns setores da sociedade à simples ideia de estudar o assunto”. Traz ainda dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que estimam que, “se o Brasil começar a exploração de um bloco por Estado na Margem Equatorial, com capacidade para produzir 100 mil barris por dia, poderá gerar um acréscimo de R$ 65 bilhões no PIB, R$ 3,87 bilhões em tributos indiretos, R$ 4,32 bilhões em royalties e mais de 326 mil empregos formais. Ao todo, a Margem Equatorial possui 42 blocos. Por outro lado, o Ministério de Minas e Energia estima que o Brasil deixará de arrecadar R$ 3,7 trilhões até 2055 se não explorar novos campos de petróleo”.

O Manifesto em Defesa da Exploração de Petróleo na Margem Equatorial está disponível na íntegra no site da Fieto. (Fieto)