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Polí­tica

Foto: Divulgação

Tendo como objetivo prestar assistência técnica a agricultores familiares tocantinenses, com foco na implantação e acompanhamento de hortas caseiras e/ou comunitárias de famílias rurais de baixa renda, foi lançado pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins) o projeto Quintal Verde II que entregará mais de 100 toneladas de sementes para agricultores familiares e pequenos produtores. O programa será executado graças à emenda parlamentar no valor de R$ 1.236.196,90 destinada pelo deputado federal César Halum (PRB-TO).

De acordo Halum, a ideia do projeto veio no final de 2015 após ele perceber a alta nos preços dos alimentos e enxergar a necessidade de fortalecer a produção da agricultura familiar. “Na época estávamos pagando R$ 15 em um quilo de feijão, inaceitável e uma afronta ao trabalhador brasileiro. Ao ver essa situação me reuni com o Ruraltins com o objetivo de fomentar na agricultura familiar e nos pequenos produtores o plantio de feijão, milho e hortaliças”, explicou.

Serão distribuídas mais de 100 toneladas de sementes, selecionadas e certificadas, de milho, feijão caupi e hortaliças, para 103 municípios, situados em todas as regiões do Tocantins. Para César Halum o Ruraltins é o órgão ideal para execução do programa. “Devido aos seus escritórios e técnicos que dão grande suporte eles tem capilaridade por todo o Estado, além da alta credibilidade perante os produtores rurais”, elogiou o republicando destacando também como será feita a entrega das sementes. “Eles farão a distribuição dando assistência técnica (que aumentará a produtividade) e após a colheita o Ruraltins comprará as mercadorias através das ‘compras diretas’”.

O parlamentar finalizou afirmando que o Quintal Verde gerará renda para a população que tem dificuldades de sobrevivência e reduzirá o custo dos alimentos no Estado. “O projeto levará o trabalho para o campo, estimulo à geração de renda ao pequeno produtor, sustento a eles, além da possibilidade de venda dos excesso da produção e consequentemente o aumento da competitividade que fará com que o alimento reduza seu preço final nas zonas urbanas. Esse é o caminho pra o combate a fome no Tocantins”, concluiu.