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Foto: Divulgação Sete candidatos na disputa à eleição suplementar Sete candidatos na disputa à eleição suplementar

O Tocantins terá 7 candidatos ao governo na eleição suplementar que ocorrerá no dia 3 de junho. Carlos Amastha (PSB,) Kátia Abreu (PDT,) Mauro Carlesse (PHS,) Vicentinho Alves (PR,) Marlon Reis (Rede,) Mário Lúcio Avelar (PSOL) e Marcos Souza (PRTB) foram os nomes confirmados nas convenções realizadas neste fim de semana.

A maior coligação é a de Mauro Carlesse que conseguiu agregar ao PHS mais seis partidos: DEM, PP, PRB, PPS, PTC e PMN. Carlesse, entretanto, ainda não tem um nome para concorrer ao seu lado como vice-governador. O candidato deverá ser definido ainda nesta segunda-feira, 23.

A maior surpresa das convenções foi o racha dentro do PT. Após desistir de lançar candidatura própria – o partido apresentava o nome do deputado Paulo Mourão como pré-candidato – o PT não chegou em um acordo e acabou, oficialmente, ao lado de Amastha.

O apoio do PT a Kátia Abreu era dado como certo, por causa do já notório relacionamento da senadora com a cúpula nacional do PT.

Como a senadora demonstrou resistência às exigências do PT para fechar acordo, o Partido dos Trabalhadores se retirou e coligou com Amastha. A coligação de Kátia conta com PDT, PSD, PEN, PSC e Avante. O candidato à vice é Marco Antõnio Costa (PSD.)

A coligação do ex-prefeito de Palmas é a segunda maior, com seis partidos: PSB, PT, PCdoB, PTB, Podemos e PSDC. O vice do pessebista será Célio Moura, indicado pelo PT.

Já a coligação do senador Vicentinho Alves conta com PR, Pros, SD, PMB e PPL. Divino Bethânia Júnior (PROS) será o candidato à vice-governador pela coligação.

Candidatos menores e menos conhecidos vão disputar com candidaturas próprias. São eles: Marlon Reis (Rede) com Edvan de Jesus Silva como vice; Mário Lúcio Avelar (PSOL) e Sargento Genilson como vice; e Marcos Souza (PRTB) ainda sem um candidato a vice-governador definido.

Judicialização

As candidaturas do ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha, e da senadora Kátia Abreu são dadas como certas já que ambos encontrariam impedimentos legais na legislação eleitoral para concorrer.

Amastha não renunciou à prefeitura dentro do prazo de desincompatibilização exigido pela Constituição que seria de seis meses. Já a senadora também encontraria impedimento por não ter se filiado ao PDT com no mínimo de seis meses de antecedência das eleições.

Cronograma

Conforme o cronograma definido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-TO) os partidos têm até às 19 horas desta segunda-feira, 23, para fazer o registro de candidatura.

A propaganda eleitoral se inicia na terça-feira, 24, e a eleição, em primeiro turno será realizada no dia 3 de junho.