Polí­tica

Foto: Divulgação Para Mário Lúcio é preciso que os candidatos pensem em políticas públicas e não apenas em ações de cunho eleitoreiro Para Mário Lúcio é preciso que os candidatos pensem em políticas públicas e não apenas em ações de cunho eleitoreiro

Candidato ao Governo do Tocantins pelo PSOL, Mário Lúcio Avelar, esteve nesta última quinta-feira, 10, no setor Taquari, na região sul de Palmas/TO, conhecendo a realidade dos moradores da área popularmente conhecida como Capadócia. Neste local, cerca de 400 famílias aguardam do poder público a regularização dos lotes, para que consigam construir suas casas e ter mais dignidade.

Na Capadócia, Mário Lúcio conheceu a história e a realidade de diversos moradores da ocupação, visitou várias casas e relembrou sua luta pelos direitos dos menos favorecidos. Como procurador Federal, Mário Lúcio teve destaque na atuação em defesa dos mais pobres e das minorias. O candidato se comprometeu a tratar a regularização fundiária com prioridade no “Tocantins Urgente”, o plano emergencial para o mandato tampão.

“Durante toda a minha trajetória assumi causas em defesa das populações mais pobres. É inaceitável que o poder público feche os olhos e ignore a realidade de extrema pobreza que parcela desses moradores daqui vivem”, disse indignado.

Para Mário Lúcio é preciso que os candidatos pensem em políticas públicas e não apenas em ações de cunho eleitoreiro. “É possível resolver esse problema e eu sei como fazer isso. É preciso ir além da regularização fundiária, precisamos também desenvolver projetos sociais nessa região, levar mais educação, cultura e profissionalização aos jovens e adultos”, explicou.

Durante sua caminhada pelo setor Taquari, Mário Lúcio conheceu  Antônio Rogério Martins da Silva Lima. Os dois conversaram sobre as necessidades dos ocupantes da região.

“Estamos há anos esperando que alguém olhe para a gente aqui, mas parece que somos invisíveis. Fico feliz de receber o senhor na minha casa e de saber que o senhor se preocupa com a nossa situação e pensa em políticas públicas viáveis para nós”, disse Antônio Rogério à Mário Lúcio.