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Polí­tica

Foto: Divulgação

O governador interino e candidato ao Governo do Estado na eleição suplementar, Mauro Carlesse, foi recebido na noite dessa quinta-feira, 14, pelos moradores da Quadra 706 Sul, em Palmas, em uma reunião organizada pelo vereador Rogério Freitas. Esta foi mais uma oportunidade para os palmenses ouvirem as propostas e reforçarem seu apoio ao candidato da coligação Governo de Atitude neste segundo turno.

Carlesse aproveitou o encontro para, mais uma vez, agradecer pela vitória com ampla vantagem que obteve no primeiro turno, numa votação que o alçou com mais de 50 mil votos à frente do segundo colocado. “Não sei como agradecer. Eu só tenho que fazer uma coisa: trabalhar para mostrar o nosso agradecimento a esse povo”, destacou.

Chegando à reta final da campanha, a apenas 10 dias da eleição, o candidato lamentou os ataques dos quais vem sendo alvo. “Eu fico triste em ver nosso adversário colocar nas manchetes para todo o Brasil a Polícia Federal na porta do Palácio Araguaia e das secretarias como se nós tocantinenses fossemos bandidos. É muito triste, mas é a maneira deles fazerem política e temos que respeitar, mas não precisa disso. O povo quer e precisa ver projetos”, desabafou.

O candidato atribuiu as denúncias a uma reação a sua forma diferenciada de gerir o Estado, que vem sendo provada e aprovada pelos tocantinenses. “Nós estamos trabalhando. Com o mesmo dinheiro que tinha, sem entrar nenhum financiamento, sem nenhuma medida fora do que é permitido por lei, nós estamos fazendo. É o que está incomodando, infelizmente”, destacou, lembrando as ações que sua gestão vem realizando em áreas como a saúde, a educação, a segurança pública, infraestrutura, gestão de pessoal, dentre tantas outras.

“O povo reconhece. O que incomoda é que eu não tenho medo. Sou honesto, trabalhador e o que eu tenho é meu, trabalhado, do meu esforço. Eles não vão me intimidar, porque o povo não quer, prova disso foi a eleição do último dia 3. O povo não quer mais esse tipo de político, não só no Estado, mas no Brasil inteiro”, considerou.

Carlesse lembrou ainda que, enquanto seu opositor buscava travar sua gestão, de quarta para quinta-feira ele conseguiu, junto ao governo federal, em Brasília, recursos da ordem de quase R$ 60 milhões para investimentos na saúde no Tocantins.

Participantes

Do encontro dessa quinta-feira participaram o candidato a vice-governador Wanderlei Barbosa, o deputado estadual Olyntho Neto, os vereadores da Capital Cleiton Cardoso, Milton Neres, Vandim do Povo, Claudemir Portugal, Marilon Barbosa, Diogo Fernandes, Léo Barbosa e Vanda Monteiro, além de dezenas de lideranças locais. Nos discursos, uma ampla defesa da gestão que Carlesse vem fazendo à frente do Estado. “Carlesse é o primeiro governador a abrir as portas do Palácio Araguaia para o povo”, destacou o vereador Milton Neres, acrescentando que a grande onda de apoio em torno do nome do governador é motivada “pela verdade presente em seu discurso e nas suas ações”.

À frente dos seus amigos e apoiadores, o vereador Rogério Freitas voltou a destacar suas razões de apoiar Carlesse neste segundo turno da suplementar. “Eu não poderia abrir mão do melhor para o Tocantins. O senhor foi eleito pela maioria dos tocantinenses para ir ao segundo turno e eu reconheci o desejo do povo de tê-lo nos representando no Palácio Araguaia”, frisou, criticando a maneira como o processo eleitoral está sendo levado para o clima de denuncismo infundado.

“Eu venho observando atentamente o posicionamento e a postura dos nossos adversários. Eu vi atacarem o senhor, usarem instituições que gozam de credibilidade na sociedade, para apurar nada, porque nada foi dito e apresentado. O que está incomodando seus adversários é a estabilidade apresentada pelo senhor. Estabilidade que é fazer operações tapa-buracos para escoar produção; lançar o programa Opera Tocantins, que já operou mais de duas mil pessoas em 40 dias; chamar o servidor para conversar e conceder seus direitos legais, como progressão e data-base. Sua gestão fez nos últimos 45 dias o que o governo passado não conseguiu fazer, escondendo-se atrás do discurso de que o Estado estava quebrado, falido”, finalizou.