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Polí­tica

Foto: Divulgação

Desde a última quarta-feira, o candidato a deputado federal Osires Damaso esteve visitando a região sudeste do Tocantins para apresentar as suas propostas caso seja eleito representante do Tocantins no Congresso Nacional. Damaso passou pelas cidades de Pindorama, Silvanópolis, Chapada de Natividade, Natividade, Ponte Alta do Bom Jesus, Porto Alegre do TO, Almas, Aurora, Lavandeira, Combinado, Dianópolis, Taguatinga, Arraias e finalizou a agenda no domingo em Santa Rosa.

Por onde passou, o candidato defendeu a ampliação do apoio à agricultura familiar. Segundo dados do Governo Federal, com mais de 4 milhões de estabelecimentos familiares em território nacional, a agricultura familiar responde hoje por 38% do Produto Interno Bruto Agropecuário do País. “A agricultura familiar responde pelo emprego de mais de 14 milhões de trabalhadores rurais, o que corresponde a 74% da mão de obra empregada no campo, e é a principal fonte de alimentos do país”, disse.

Segundo Damaso, a expansão da agricultura familiar está diretamente relacionada à adoção de tecnologias de produção e infraestrutura que vão desde a compra de insumos até a adoção de e maquinário para colheita, irrigação e plantio. “Ações de apoio à agricultura familiar podem ser fortalecidas com a destinação de emendas parlamentares e também de gestão junto ao Governo Federal nas políticas públicas para a área”, afirmou.

O candidato ainda falou da questão da seca. O sudeste do Tocantins é a região que mais sofre com a pouca chuva e a falta de água. “Essa é uma situação muito delicada, mas algumas medidas podem ser tomadas para que a população não sofra tanto com a seca. Como deputado federal, certamente buscarei apoio e destinarei emendas para a aquisição de poços artesianos atendendo, assim, a população. Parcerias para a construção de barragens podem ser viabilizadas com empresas especializadas”.

Damaso destacou a necessidade de retomar as obras da barragem do Rio Arraias e o fortalecimento do projeto Manoel Alves em ações de enfrentamento da seca. “O que não pode mais é ver o povo do sudeste sofrendo com a falta de água e estrutura”, disse.