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Saúde

Foto: Divulgação

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Palmas segue avançando na vacinação contra a Covid-19. Até o momento, 175.928 doses de vacinas contra a doença já foram aplicadas, sendo que 123.035 pessoas receberam a primeira dose e 45.893 a segunda ou única dose. Mesmo com a imunização, especialistas da área da saúde reforçam a importância das pessoas que já vacinadas, assim como as que já tiveram a infecção e se recuperaram, continuarem tomando os cuidados para evitar a propagação do coronavírus. O uso da máscara de proteção, higienização das mãos com água e sabão ou álcool em gel, e distanciamento social são fundamentais neste processo.

O infectologista da Rede de Saúde de Palmas, Rafael Albuquerque, orienta que o uso da máscara, por exemplo, não deve ser menor mesmo depois da imunização. “Até que seja seguro e grande parte das pessoas já tenha formado essa barreira imunológica, é preciso que todas as pessoas façam o uso correto da máscara. Já podemos notar que em lugares abertos, arejados, onde as pessoas conseguem ficar distantes umas das outras, a máscara já está sendo menos utilizada”, observa.

O especialista acredita que as máscaras podem se manter como grandes aliadas a longo prazo aqui no Brasil. “O uso da máscara no nosso país para aqueles que têm algum sintoma viral seria mais uma forma de proteção e cuidado com a transmissão de vírus. Com a baixa dos casos de Covid-19 e com menos pessoas assintomáticas e mais pessoas imunes à doença, a tendência natural é ir diminuindo o uso da máscara, mas o ideal seria a pessoa continuar fazendo uso em casos de suspeita de alguma doença viral. O uso seria benéfico, socialmente falando”, reforça.

O médico acredita que, para começar a pensar em um País livre da obrigatoriedade do uso da máscara, é necessário que tenha o máximo de pessoas com imunidade, fenômeno que é chamado de imunidade de rebanho. Isso só será possível quando a maioria da população tiver anticorpos contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Segundo especialistas na área da saúde, pessoas que não usam máscara têm de três a quatro vezes mais probabilidade de serem contaminadas com o coronavírus.